segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

BMW Vision EfficientDynamics é flagrado em Abu Dhabi

Carsale


O carro-conceito Vision EfficientDynamics, desenvolvido pela BMW, continua ganhando espaço na mídia internacional. Dias depois do surgimento de rumores em torno da possibilidade de o esportivo híbrido ganhar o nome de i8 ou i100, fotos de uma suposta nova versão do modelo surgem na internet. Um protótipo com carroceria modificada foi flagrado em uma sessão de fotos no belo autódromo Yas Marina, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

De acordo com o website Teamspeed, autor do flagrante, o veículo seria um modelo mais próximo da versão de produção do Vision EfficientDynamics, cujo protótipo foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, no ano passado. Entre as novidades reveladas pelo modelo fotografado estão o capô redesenhado e as portas modificadas. Especulações dão conta de que o Vision EfficientDynamics definitivo seja equipado com um motor de três cilindros turbodiesel 1.5 litro associado a dois geradores elétricos. O conjunto teria capacidade de gerar 356 cv. A expectativa é de que o esportivo híbrido da BMW faça sua estreia nas ruas da Europa em 2013. O preço estimado do modelo é de US$ 231 mil.

Mercedes-Benz encerra produção do ML63 AMG

Carsale



Mais um modelo alemão de alta performance acaba de se aposentar. Depois de a BMW encerrar a produção do M5 e M6 e da Audi anunciar no ano passado que não fabricaria mais a atual geração do RS6, chegou a vez dos jipões ML63 AMG e ML450 CDI, ambos fabricados pela Mercedes-Benz, se despedirem. A iniciativa de eliminar as duas opções mais potentes da gama ML é um indício de que uma nova geração do modelo pode estar a caminho.

Com a decisão, a linha ML passa a contar com duas versões a gasolina e três, a diesel. São eles, o ML500, que vem equipado com um V6 5.5 litros de 24 válvulas e 388 cv de potência, e o modelo de entrada ML350, que esconde sob o capô um bloco V6 3.5 l de 272 cv. Os motores a diesel que empurram o SUV de luxo são os V6 3.0 l, de 190 cv (ML300 CDI), de 221 cv (ML350 CDI BlueTEC) e 224 cv (ML350 CDI). Vale lembrar que o ML63 AMG vinha com um poderoso V8 6.2 l, de 510 cv e 64 kgfm de torque máximo, associado a uma transmissão automática AMG Speedshift 7G-Tronic. Com esta configuração, o ML63 AMG era capaz de acelerar de 0 (zero) a 100 km/h em cinco segundos e atingir a velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente).

Vazam patentes do novo Smart

Imagens registradas em novembro dão pistas de possível nova geração do compacto

Auto Esporte

Reprodução Internet
Conceito do Smart deverá pintar em algum salão neste ano

Caíram na rede nesta segunda-feira (3) possíveis imagens da nova geração do Smart Fortwo, o compacto produzido pela Daimler. As imagens foram registradas no dia 16 de novembro de 2010. Outra possibilidade é que as imagens sejam de uma nova versão do Smart Crossblade, um conversível de série limitada lançada em 2000 apenas nos Estados Unidos.

Reprodução Internet

Na dianteira, o destaque fica por conta dos faróis redondos e do para-choque mais moderno. O pequeno vidro dianteiro e os bancos com forma nada convencional sugerem ser um conceito que ainda precisa de mudanças para chegar às ruas. A expectativa é que o carro seja mostrado em algum salão neste ano.

Reprodução Internet

Vazam patentes do novo Smart

Imagens registradas em novembro dão pistas de possível nova geração do compacto

Auto Esporte

Reprodução Internet
Conceito do Smart deverá pintar em algum salão neste ano

Caíram na rede nesta segunda-feira (3) possíveis imagens da nova geração do Smart Fortwo, o compacto produzido pela Daimler. As imagens foram registradas no dia 16 de novembro de 2010. Outra possibilidade é que as imagens sejam de uma nova versão do Smart Crossblade, um conversível de série limitada lançada em 2000 apenas nos Estados Unidos.

Reprodução Internet

Na dianteira, o destaque fica por conta dos faróis redondos e do para-choque mais moderno. O pequeno vidro dianteiro e os bancos com forma nada convencional sugerem ser um conceito que ainda precisa de mudanças para chegar às ruas. A expectativa é que o carro seja mostrado em algum salão neste ano.

Reprodução Internet

Aston Martin pode produzir novos Maybach










A Aston Martin e Daimler pretendem, juntas, desenvolver a próxima geração dos sedans de luxo Maybach, de acordo com o jornal Financial Times. Para isso, fontes ligadas às marcas disseram que a Daimler poderá entregar à Aston Martin o desenvolvimento e produção da nova geração dos modelos da sua marca de luxo. Em troca, a Aston Martin terá acesso aos motores da Mercedes-Benz. Porém, em comunicado oficial, o Grupo Daimler desmente qualquer acordo com a Aston Martin. "Não há acordo de cooperação com a Aston Martin. Estamos apenas discutindo com frequência sobre vários assuntos, como, por exemplo, a tecnologia que vamos empregar ao Lagonda", disse um porta-voz da Daimler.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Porsche revela a grande surpresa: 918 Coupé
















A Porsche está se preparando para atrair a atenção de seus visitantes do Salão de Detroit, depois de ficar três anos sem dar as caras. Com isso, ela revelou recentemente a sua grande surpresa.
Lá, a marca vai apresentar nada menos que o Porsche 918 Coupé, um superesportivo que será posicionado acima do mítico 911. Baseado no 918 Spyder Hybrid, o cupê competirá com Ferrari 458 Italia, McLaren MP4-12C, Mercedes SLS AMG e Lamborghini Gallardo, e assume-se como sucessor do coupé 928 produzido nas décadas de oitenta e noventa.

A Porsche vai adotar um propulsor V8 Biturbo de 4,8 litros de 600 cv.

A pouco tempo, a marca anunciou uma grande surpresa aos entusiastas da Porsche. Aí está: a comercialização do Porsche 918 coupé, cuja previsão de vendas será somente em 2014.

O Salão de Detroit abrirá as portas a partir do dia 10 de janeiro e vai até o dia 23 do mesmo mês.

Audi A1: testamos na pista o rival do Mini

Menor modelo da marca alemã chega ao Brasil e mostra que vai dar trabalho aos concorrentes


Hairton Ponciano Voz // Fotos: Fabio Aro

 Fabio Aro
Audi A1: preço - R$ 89.900, garantia - 2 anos

No Salão do Anhembi, apesar de seus modestos 3,95 metros, ele conseguiu se destacar em um estande que tinha estrelas tão brilhantes como R8 Spyder, A8 e RS5. Mesmo com a vizinhança de peso, chegar perto do menor automóvel da Audi durante os dias de exposição não foi uma tarefa das mais fáceis. Por isso, enquanto o A1 vermelho brilhava no Salão, fomos para a pista de testes com o pequeno hatch preto aí do lado, para ver se o menor Audi merece as argolas na grade frontal.

Com o A1, a Audi pretende invadir o território do Mini, mas com uma proposta, digamos, “filosófica” diferente: enquanto o modelo inglês tem estilo retro e retoma as linhas do Mini original, o alemão investiu no visual contemporâneo, mesmo caminho trilhado pelo Citroën DS3. Além disso, a Audi optou pela agressividade comercial: por R$ 89.900 (praticamente o mesmo preço de partida do Mini), o A1 oferece motor turbo, câmbio automatizado de sete marchas e faróis de xenônio, itens indisponíveis no Mini mais barato, que tem motor 1.6 aspirado, transmissão manual de cinco marchas e faróis convencionais.

A marca mais característica do Audi A1 é o arco que começa na coluna dianteira e vai até a traseira, e que pode ter cor diferente da carroceria, para criar uma espécie de personalização.

 Fabio Aro
O visual nervoso e a ampla grade são os mesmos dos irmãos maiores.

O visual é típico de Audi. Os faróis têm o conhecido contorno de leds dos demais carros da montadora. Além disso, apesar do tamanho, o A1 tem aspecto tão enfezado como seus irmãos maiores. O visual mal-encarado aparece mesmo quando o carro é visto de traseira, porque as lanternas reproduzem o estilo nervoso da dianteira. De lado, a presença de portas apenas na dianteira também reforça o visual esportivo.

Assumo o volante e percebo que quase todos os equipamentos que costumo encontrar nos carros de Ingolstadt estão lá. O ar-condicionado não é digital, a regulagem de banco é manual, a carroceria e a suspensão não empregam alumínio (material de uso comum na marca), mas não se esqueça de que estamos falando de um Audi na faixa de R$ 90 mil.

O painel tem revestimento macio, exatamente como nos modelos mais caros. Os comandos de som estão no volante, e a posição de dirigir é tão boa como nos demais veículos da empresa. No centro do painel, um display mostra os comandos de som, ajustes do veículo, etc. Saio com o carro e no primeiro semáforo ele morre! Audi morre? Esse, sim. Como opcional, o A1 pode vir com o sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro para, e religa assim que a gente solta o pedal de freio. É tudo automático e instantâneo, e o objetivo é obter economia com conforto.

 Fabio Aro
O quadro de instrumentos tem dois grandes mostradores, que facilitam a visualização;
as marchas podem ser mudadas no volante

Deixo para trás a cidade, pego a estrada e descubro que o motor 1.4 TFSI gosta de andar tanto quanto eu. O pequeno modelo de 1.125 kg ganha velocidade com facilidade, mesmo com o ar-condicionado ligado e a companhia do Luís Carlos Bouças. Instrutor-técnico da Audi, Bouças desempenhou função dupla durante nosso dia de testes com o A1. Uma foi me auxiliar com as informações sobre o carro: o cara conhece pelo nome cada parafuso do A1 (e de todos os outros veí-culos da marca, diga-se). A outra foi servir como lastro. Ele permitiu que eu descobrisse como o modelo se comporta na estrada com um passageiro de bem mais de 100 kg, ou de um passageiro que quase “vale por dois”, segundo sua própria definição.

Sem problema. Embora compacto, o motor 1.4 turbo de injeção direta gera 122 cavalos e tem torque de 20,4 kgfm a partir de 1.500 rpm. Isso significa que o motor responde bem aos comandos do condutor. Desenvolvido em conjunto pela Audi e VW, esse motor tem injeção direta, comando duplo, 16 válvulas e intercooler. Fazendo dobradinha com ele, há um eficiente câmbio de sete marchas e dupla embreagem. Graças à embreagem dupla, as trocas são feitas em tempos muito reduzidos. E, por causa do grande número de marchas, quase não há interrupção de potência entre as mudanças. Com isso, a condução fica muito suave. As marchas podem também ser trocadas por meio de borboletas no volante.

 Fabio Aro

Por todas essas características, o A1 consegue ser econômico, mesmo sem abrir mão de desempenho. Como pode ser visto no quadro de testes, o modelo obteve média de 10,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Na pista, cravou 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Graças à embreagem dupla e às sete marchas, os tempos de retomada foram muito bons. Dê uma olhada na página de testes e depois volte para cá. Eu aguardo.

Enquanto isso, aproveito para medir o nível de ruído em marcha lenta. Marcha lenta? Não no A1. Não disse que, quando ele para, o motor desliga? Por isso, o decibelímetro estacionou em baixíssimos 35,3 decibéis com o carro parado. Para se ter uma ideia, o ultraluxuoso sedã A8 (o maior irmão do A1) apresentou 41,8 dB na mesma condição.

Além do conjunto mecânico eficiente, o baixo peso também colabora para o bom comportamento dinâmico do carro. Pesando 1.125 kg, o A1 é leve como um veículo 1.0, porém com o dobro de potência. As frenagens também foram dignas de Audi. Com discos nas quatro rodas e ABS, a 80 km/h o modelo precisou de 25 metros até parar completamente. Os freios, a propósito, têm uma função adicional: parte da energia que seria dissipada na frenagem é armazenada na bateria.

 Fabio Aro
O porta-malas é razoável. Atrás, há lugar para duas pessoas, desde que não muito altas

Mesmo sem suspensão independente na traseira, o A1 apresentou bom comportamento nas curvas, e a direção eletro-hidráulica mostrou precisão: boas respostas e firmeza ideal.

O pequeno Audi aproveita a plataforma do novo Polo europeu (PQ25), incluindo a suspensão. Isso explica a boa dirigibilidade. A unidade testada, porém, estava bem esportiva, com tudo o que isso significa de bom e de ruim: “nosso” carro estava muito atraente (e muito estável) em suas rodas aro 17. Porém, ao custo de uma rodagem excessivamente firme. Sobre asfalto de boa qualidade, não há problema, mas em pavimentação ruim o carro tende a chacoalhar um pouco. Provavelmente por conta disso, ao montar o chamado “pacote Brasil” a Audi optou por trazer o modelo com rodas aro 16 e pneus 215/45.

Cabe a família? Aí depende. O A1 é um automóvel de quatro lugares e duas portas. Só isso já é um limitador. Com 1,65 metro de estatura, até que eu consegui me acomodar no banco traseiro, mas acima disso a coisa começa a apertar, literalmente. É, portanto, carro para solteiros ou para casais jovens, no máximo com filhos pequenos. Ou o terceiro veículo da família, o carro da “curtição”. Até porque o porta-malas também tem restrições: acomoda 270 litros, segundo a Audi.

A comercialização do A1 começou em regime de pré-venda durante o Salão do Anhembi. As entregas, no entanto, devem ocorrer a partir de fevereiro.

 Fabio Aro
Para receber a tecnologia start-stop,
o motor 1.4 TFSI passou por diversas modificações

Liga-delisga

A tecnologia start-stop requer diversas alterações mecânicas e elétricas. Para suportar seguidas partidas (num trânsito congestionado, por exemplo), a bateria precisa ser reforçada. Além disso, o volante do motor também precisa ser substituído, assim como as bronzinas, que devem ser maiores, porque o óleo tende a descer quando o motor para de funcionar, mas logo em seguida ele volta a ser religado. Por isso, a lubrificação passa a ser um ponto crítico. O motor também recebe um sensor para identificar qual cilindro está mais próximo do ponto de ignição, para que ele volte a funcionar mais rapidamente do que ocorreria em um sistema convencional. Assim, ele deve dar apenas meia volta e já retornar ao trabalho. Caso a temperatura interna do veículo comece a se elevar por conta do desligamento do motor, o sistema aciona o propulsor, para que o ar-condicionado volte a funcionar.

Moral da História

O A1 entra na briga dos pequenos com todas as condições de êxito. Pelo preço do Mini mais barato, oferece pacote de equipamentos bem competitivo, caso dos faróis de xenônio e do câmbio de sete marchas e dupla embreagem. O visual moderno e o bom acabamento podem atrair clientes do próprio Mini, ou ainda conquistar pessoas que estejam à procura de outros veículos desse segmento, como o New Beetle (que muda em breve) e o Fiat 500, que ainda está com vendas abaixo do esperado pela empresa italiana. Ele chega para dar vida nova à Audi no Brasil.

Audi revela o preço do esportivo RS3

Car Magazine - escrito por Fernando Garcia

A Audi revelou o preço do RS3 para a Europa. Custando 52.100 euros - cerca de R$ 115.600,00, o esportivo em equipado com motor 2.5 litros TDI de 5 cilindros turbo, de 340 cv. Na aceleração, o hatch faz de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Para o mercado europeu, o Audi RS3 será vendido a partir de abril de 2011.

Suzuki Bandit 650 ganha sobrevida na linha 2011 com plástica leve

Da Infomoto - por Arthur Caldeira

Suzuki Bandit 650N 2011 mudou o visual, mas manteve o conforto e motor vigoroso
Gustavo Epifanio/Infomoto

Com a bem sucedida proposta de ser uma “moto com cara de moto”, a linha Suzuki Bandit se mantém no mercado há mais de uma década. Mas até mesmo veículos que viraram ícones, caso desta naked japonesa, precisam se atualizar. Por isso, desde outubro, a J.Toledo/Suzuki comercializa no Brasil a mais recente versão da Bandit 650 N, além da semicarenada, a 650 S.

Face-lift dá sobrevida à Suzuki Bandit 650N em 2011
Gustavo Epifanio/Infomoto

Apresentada em 2008 na Europa, a Bandit N (de naked) ganhou visual mais moderno, mas manteve o mesmo motor e ciclística. Uma aposta da marca para manter a Bandit na briga pelo segmento de 600 cm³. Fatia de mercado que, vale ressaltar, ganhou vários concorrentes no último ano no Brasil: no início de 2010, a Yamaha lançou a XJ6N; a Kawasaki vende a Z 750 e a bicilindrica ER-6n; e a Honda tem a líder CB 600F Hornet.

Bandit 650N 2011 tem preço sugerido de R$ 29.900 Gustavo Epifanio/Infomoto

O VISUAL DA SUZUKI BANDIT 2011


Para dar uma sobrevida a essa veterana naked, a Suzuki começou a atualização pelo farol. Em vez do tradicional conjunto óptico redondo, os projetistas apelaram para formas ovais e mais atuais. O farol também ganhou uma pequena cobertura prata nas laterais. As luzes de direção também seguiram as linhas ovais. A lanterna traseira ficou menor e um pouco afilada.

Mudou também o painel: saíram os dois mostradores redondos e um tanto antiquados e chegou um painel com conta-giros oval e tela de cristal líquido retangular. Bastante completo com velocímetro, hodômetro, relógio, marcador de combustível, traz ainda um útil indicador de marcha engatada -- único entre as nakeds da categoria.

O tanque manteve o mesmo formato e capacidade (19 litros). No restante as mudanças na roupagem foram poucas: as aletas decorativas do tanque agora são inteiriças e o desenho da rabeta mudou sutilmente. Por fim, o motor recebeu novamente a pintura preta de versões anteriores.

Conjunto ciclístico manteve-se o mesmo na Bandit; suspensão privilegia o conforto
Gustavo Epifanio/Infomoto

Em geral a Bandit 650 2011 ficou mais bonita e um pouco mais moderna. Isso porque se compararmos a naked da Suzuki com concorrentes como Yamaha XJ6N, Honda Hornet e Kawasaki Z 750 ela ainda parece um pouco antiquada. Ao menos visualmente.

FICHA TÉCNICA: Suzuki Bandit 650 N

Motor: Quatro cilindros em linha, 656 cm³, refrigeração liquida, DOHC, 16 válvulas.
Potência máxima: 85 cv a 10.500 rpm.
Torque máximo: 6,27 kgfm a 8.900 rpm.
Câmbio: Seis velocidades.
Quadro: Berço duplo em aço.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico tradicional com ajuste na pré-carga da mola com curso de 130 mm. Traseira por balança oscilante com monoamortecedor com ajuste na pré-carga da mola e retorno com curso de 128 mm.
Freios: Dianteiro com disco duplo flutuante de 310 mm de diâmetro com pinça de quatro pistões opostos. Traseiro a disco simples de 240 mm de diâmetro com pinça de um pistão.
Pneus: 120/70 ZR17 (dianteiro) e 160/60 ZR17 (traseiro).
Dimensões: 2.145 mm (comprimento), 780 mm (largura), 1.095 mm (altura); 1.470 mm (entre-eixos); 790/810 mm (altura regulável do assento); 135 mm (altura mínima do solo).
Peso: 240 kg em ordem de marcha.
Tanque: 19 litros.

Motor de quatro cilindros em linha oferece 85 cv de potência máxima
Gustavo Epifanio/Infomoto

MOTOR IDÊNTICO

Tanto o motor como a ciclística da Bandit continuaram iguais. Não que isso seja um defeito, afinal essa Suzuki tem suas qualidades, caso contrário não estaria há tanto tempo na estrada.

Praticamente um ícone, o propulsor de quatro cilindros em linha tem 656 cm³ de capacidade cúbica com comando duplo no cabeçote e quatro válvulas por cilindro. Os números de desempenho e o comportamento do motor continuam o mesmo: 85 cv a 10.500 rpm. Com o sistema de alimentação eletrônica o torque em baixas e médias rotações é um dos pontos positivos da Suzuki Bandit 650. O piloto tem a sensação de que o motor está sempre pronto a responder, sobretudo em altos regimes, quando a potência parece empurrar com facilidade essa naked.

Suzuki Bandit 650N 2011 foi atualizada para se manter na briga do segmento
naked de 600 cm³ | Gustavo Epifanio/Infomoto

E vem justamente desse motor um dos grandes motivos do sucesso da Bandit: seja para rodar pela cidade sem trocar muito de marcha, usufruindo da “força” do propulsor, ou para acelerar mais esportivamente, o motor de quatro em linha responde bem. Claro que seus 85 cavalos de potência não são grande coisa comparando com os 102 cv da Hornet ou com os 106 cv da Kawasaki Z750, mas estão além mais da XJ6N e seis 77,5 cv e são suficientes para proporcionar diversão ao motociclista.

Na parte ciclística, nenhuma novidade. Quadro berço duplo em aço, garfo telescópico dianteiro convencional e balança traseira monoamortecida -- todo o conjunto é projetado para oferecer mais conforto do que esportividade, com acerto ideal para o uso em ruas e estradas, porém um pouco “mole” demais se você quiser pilotar em uma pista.

Novo farol ovalado é mudança mais significativa no visual da Bandit 2011
Gustavo Epifanio/Infomoto

Outro destaque da Bandit são seus freios. Os dois discos dianteiros de 310 mm de diâmetro são flutuantes e “mordidos” por duas pinças de quatro pistões opostos. Na traseira, um único disco de 240 mm conta com uma pinça de um único pistão.

O grande senão da Bandit é seu peso excessivo: são mais de 240 kg em ordem de marcha contra, por exemplo, 206 kg em ordem de marcha da Yamaha XJ6N. A Suzuki poderia ter investido em um quadro e rodas mais leves: tantos as rodas e pneus são exatamente os mesmos da versão anterior.

Tanque manteve formato, mas aletas decorativas agora são inteiriças
Gustavo Epifanio/Infomoto


SUZUKI BANDIT NA BRIGA

O novo visual certamente dará mais fôlego para que a Bandit 650 continue na disputa pelo concorrido segmento de motos naked de 600 cm³. Rodando pelas ruas de São Paulo, essa nova Suzuki provou que manteve suas principais características, como motor vigoroso e amigável, conforto para o motociclista e agilidade para encarar o trânsito.

Apesar de as mudanças estéticas não serem tão radicais e a Bandit permanecer, na sua essência, a mesma motocicleta, não foram poucos os motociclistas curiosos que fizeram perguntas sobre o novo modelo. E, quase todos, ficavam um pouco decepcionados pelo fato de que não houve mudanças na motorização e ciclística.

Lanterna e piscas traseiros também mudaram
Gustavo Epifanio/Infomoto

De qualquer forma, com preço sugerido de R$ 29.900, a Suzuki Bandit 650 2011 ainda está na briga. Entre as concorrentes de quatro cilindros em linha, a Yamaha XJ6N tem preço mais em conta, R$ 28.600, porém motor menos potente e especificações mais espartanas. Já a Honda CB600F Hornet, líder de vendas no segmento, sai por R$ 33.260 na versão standard; e a Kawasaki Z 750, com motor de maior capacidade, custa R$ 33.990.

Espelhos retrovisores também ganharam novo desenho
Gustavo Epifanio/Infomoto

Novo painel da Bandit, aperfeiçoado, traz útil indicador de marcha
Gustavo Epifanio/Infomoto

Banco bipartido dá conforto a piloto e passageiro da Suzuki Bandit
Gustavo Epifanio/Infomoto

Setas também seguem linhas ovais adotadas no conjunto óptico
Gustavo Epifanio/Infomoto

Eficientes, freios da Bandit continuaram iguais no modelo 2011
Gustavo Epifanio/Infomoto

BMW Vision EfficientDynamics é flagrado em Abu Dhabi

Carsale


O carro-conceito Vision EfficientDynamics, desenvolvido pela BMW, continua ganhando espaço na mídia internacional. Dias depois do surgimento de rumores em torno da possibilidade de o esportivo híbrido ganhar o nome de i8 ou i100, fotos de uma suposta nova versão do modelo surgem na internet. Um protótipo com carroceria modificada foi flagrado em uma sessão de fotos no belo autódromo Yas Marina, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

De acordo com o website Teamspeed, autor do flagrante, o veículo seria um modelo mais próximo da versão de produção do Vision EfficientDynamics, cujo protótipo foi mostrado pela primeira vez no Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha, no ano passado. Entre as novidades reveladas pelo modelo fotografado estão o capô redesenhado e as portas modificadas. Especulações dão conta de que o Vision EfficientDynamics definitivo seja equipado com um motor de três cilindros turbodiesel 1.5 litro associado a dois geradores elétricos. O conjunto teria capacidade de gerar 356 cv. A expectativa é de que o esportivo híbrido da BMW faça sua estreia nas ruas da Europa em 2013. O preço estimado do modelo é de US$ 231 mil.

Porsche revela a grande surpresa: 918 Coupé
















A Porsche está se preparando para atrair a atenção de seus visitantes do Salão de Detroit, depois de ficar três anos sem dar as caras. Com isso, ela revelou recentemente a sua grande surpresa.
Lá, a marca vai apresentar nada menos que o Porsche 918 Coupé, um superesportivo que será posicionado acima do mítico 911. Baseado no 918 Spyder Hybrid, o cupê competirá com Ferrari 458 Italia, McLaren MP4-12C, Mercedes SLS AMG e Lamborghini Gallardo, e assume-se como sucessor do coupé 928 produzido nas décadas de oitenta e noventa.

A Porsche vai adotar um propulsor V8 Biturbo de 4,8 litros de 600 cv.

A pouco tempo, a marca anunciou uma grande surpresa aos entusiastas da Porsche. Aí está: a comercialização do Porsche 918 coupé, cuja previsão de vendas será somente em 2014.

O Salão de Detroit abrirá as portas a partir do dia 10 de janeiro e vai até o dia 23 do mesmo mês.

Audi A1: testamos na pista o rival do Mini

Menor modelo da marca alemã chega ao Brasil e mostra que vai dar trabalho aos concorrentes


Hairton Ponciano Voz // Fotos: Fabio Aro

 Fabio Aro
Audi A1: preço - R$ 89.900, garantia - 2 anos

No Salão do Anhembi, apesar de seus modestos 3,95 metros, ele conseguiu se destacar em um estande que tinha estrelas tão brilhantes como R8 Spyder, A8 e RS5. Mesmo com a vizinhança de peso, chegar perto do menor automóvel da Audi durante os dias de exposição não foi uma tarefa das mais fáceis. Por isso, enquanto o A1 vermelho brilhava no Salão, fomos para a pista de testes com o pequeno hatch preto aí do lado, para ver se o menor Audi merece as argolas na grade frontal.

Com o A1, a Audi pretende invadir o território do Mini, mas com uma proposta, digamos, “filosófica” diferente: enquanto o modelo inglês tem estilo retro e retoma as linhas do Mini original, o alemão investiu no visual contemporâneo, mesmo caminho trilhado pelo Citroën DS3. Além disso, a Audi optou pela agressividade comercial: por R$ 89.900 (praticamente o mesmo preço de partida do Mini), o A1 oferece motor turbo, câmbio automatizado de sete marchas e faróis de xenônio, itens indisponíveis no Mini mais barato, que tem motor 1.6 aspirado, transmissão manual de cinco marchas e faróis convencionais.

A marca mais característica do Audi A1 é o arco que começa na coluna dianteira e vai até a traseira, e que pode ter cor diferente da carroceria, para criar uma espécie de personalização.

 Fabio Aro
O visual nervoso e a ampla grade são os mesmos dos irmãos maiores.

O visual é típico de Audi. Os faróis têm o conhecido contorno de leds dos demais carros da montadora. Além disso, apesar do tamanho, o A1 tem aspecto tão enfezado como seus irmãos maiores. O visual mal-encarado aparece mesmo quando o carro é visto de traseira, porque as lanternas reproduzem o estilo nervoso da dianteira. De lado, a presença de portas apenas na dianteira também reforça o visual esportivo.

Assumo o volante e percebo que quase todos os equipamentos que costumo encontrar nos carros de Ingolstadt estão lá. O ar-condicionado não é digital, a regulagem de banco é manual, a carroceria e a suspensão não empregam alumínio (material de uso comum na marca), mas não se esqueça de que estamos falando de um Audi na faixa de R$ 90 mil.

O painel tem revestimento macio, exatamente como nos modelos mais caros. Os comandos de som estão no volante, e a posição de dirigir é tão boa como nos demais veículos da empresa. No centro do painel, um display mostra os comandos de som, ajustes do veículo, etc. Saio com o carro e no primeiro semáforo ele morre! Audi morre? Esse, sim. Como opcional, o A1 pode vir com o sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro para, e religa assim que a gente solta o pedal de freio. É tudo automático e instantâneo, e o objetivo é obter economia com conforto.

 Fabio Aro
O quadro de instrumentos tem dois grandes mostradores, que facilitam a visualização;
as marchas podem ser mudadas no volante

Deixo para trás a cidade, pego a estrada e descubro que o motor 1.4 TFSI gosta de andar tanto quanto eu. O pequeno modelo de 1.125 kg ganha velocidade com facilidade, mesmo com o ar-condicionado ligado e a companhia do Luís Carlos Bouças. Instrutor-técnico da Audi, Bouças desempenhou função dupla durante nosso dia de testes com o A1. Uma foi me auxiliar com as informações sobre o carro: o cara conhece pelo nome cada parafuso do A1 (e de todos os outros veí-culos da marca, diga-se). A outra foi servir como lastro. Ele permitiu que eu descobrisse como o modelo se comporta na estrada com um passageiro de bem mais de 100 kg, ou de um passageiro que quase “vale por dois”, segundo sua própria definição.

Sem problema. Embora compacto, o motor 1.4 turbo de injeção direta gera 122 cavalos e tem torque de 20,4 kgfm a partir de 1.500 rpm. Isso significa que o motor responde bem aos comandos do condutor. Desenvolvido em conjunto pela Audi e VW, esse motor tem injeção direta, comando duplo, 16 válvulas e intercooler. Fazendo dobradinha com ele, há um eficiente câmbio de sete marchas e dupla embreagem. Graças à embreagem dupla, as trocas são feitas em tempos muito reduzidos. E, por causa do grande número de marchas, quase não há interrupção de potência entre as mudanças. Com isso, a condução fica muito suave. As marchas podem também ser trocadas por meio de borboletas no volante.

 Fabio Aro

Por todas essas características, o A1 consegue ser econômico, mesmo sem abrir mão de desempenho. Como pode ser visto no quadro de testes, o modelo obteve média de 10,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Na pista, cravou 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Graças à embreagem dupla e às sete marchas, os tempos de retomada foram muito bons. Dê uma olhada na página de testes e depois volte para cá. Eu aguardo.

Enquanto isso, aproveito para medir o nível de ruído em marcha lenta. Marcha lenta? Não no A1. Não disse que, quando ele para, o motor desliga? Por isso, o decibelímetro estacionou em baixíssimos 35,3 decibéis com o carro parado. Para se ter uma ideia, o ultraluxuoso sedã A8 (o maior irmão do A1) apresentou 41,8 dB na mesma condição.

Além do conjunto mecânico eficiente, o baixo peso também colabora para o bom comportamento dinâmico do carro. Pesando 1.125 kg, o A1 é leve como um veículo 1.0, porém com o dobro de potência. As frenagens também foram dignas de Audi. Com discos nas quatro rodas e ABS, a 80 km/h o modelo precisou de 25 metros até parar completamente. Os freios, a propósito, têm uma função adicional: parte da energia que seria dissipada na frenagem é armazenada na bateria.

 Fabio Aro
O porta-malas é razoável. Atrás, há lugar para duas pessoas, desde que não muito altas

Mesmo sem suspensão independente na traseira, o A1 apresentou bom comportamento nas curvas, e a direção eletro-hidráulica mostrou precisão: boas respostas e firmeza ideal.

O pequeno Audi aproveita a plataforma do novo Polo europeu (PQ25), incluindo a suspensão. Isso explica a boa dirigibilidade. A unidade testada, porém, estava bem esportiva, com tudo o que isso significa de bom e de ruim: “nosso” carro estava muito atraente (e muito estável) em suas rodas aro 17. Porém, ao custo de uma rodagem excessivamente firme. Sobre asfalto de boa qualidade, não há problema, mas em pavimentação ruim o carro tende a chacoalhar um pouco. Provavelmente por conta disso, ao montar o chamado “pacote Brasil” a Audi optou por trazer o modelo com rodas aro 16 e pneus 215/45.

Cabe a família? Aí depende. O A1 é um automóvel de quatro lugares e duas portas. Só isso já é um limitador. Com 1,65 metro de estatura, até que eu consegui me acomodar no banco traseiro, mas acima disso a coisa começa a apertar, literalmente. É, portanto, carro para solteiros ou para casais jovens, no máximo com filhos pequenos. Ou o terceiro veículo da família, o carro da “curtição”. Até porque o porta-malas também tem restrições: acomoda 270 litros, segundo a Audi.

A comercialização do A1 começou em regime de pré-venda durante o Salão do Anhembi. As entregas, no entanto, devem ocorrer a partir de fevereiro.

 Fabio Aro
Para receber a tecnologia start-stop,
o motor 1.4 TFSI passou por diversas modificações

Liga-delisga

A tecnologia start-stop requer diversas alterações mecânicas e elétricas. Para suportar seguidas partidas (num trânsito congestionado, por exemplo), a bateria precisa ser reforçada. Além disso, o volante do motor também precisa ser substituído, assim como as bronzinas, que devem ser maiores, porque o óleo tende a descer quando o motor para de funcionar, mas logo em seguida ele volta a ser religado. Por isso, a lubrificação passa a ser um ponto crítico. O motor também recebe um sensor para identificar qual cilindro está mais próximo do ponto de ignição, para que ele volte a funcionar mais rapidamente do que ocorreria em um sistema convencional. Assim, ele deve dar apenas meia volta e já retornar ao trabalho. Caso a temperatura interna do veículo comece a se elevar por conta do desligamento do motor, o sistema aciona o propulsor, para que o ar-condicionado volte a funcionar.

Moral da História

O A1 entra na briga dos pequenos com todas as condições de êxito. Pelo preço do Mini mais barato, oferece pacote de equipamentos bem competitivo, caso dos faróis de xenônio e do câmbio de sete marchas e dupla embreagem. O visual moderno e o bom acabamento podem atrair clientes do próprio Mini, ou ainda conquistar pessoas que estejam à procura de outros veículos desse segmento, como o New Beetle (que muda em breve) e o Fiat 500, que ainda está com vendas abaixo do esperado pela empresa italiana. Ele chega para dar vida nova à Audi no Brasil.

Os 10 superesportivos de 2010

Confira os bólidos que foram os grandes destaques do ano

MotorDream
com Autocosmos/Chile


Este anos de 2010 foi desafiador para a indústria automotiva global. A recessão econômica em muitos países não impediu, no entanto, que os principais fabricantes mostrassem ao mundo alguns incríveis superesportivos.

Abaixo está uma lista de 10 supercarros que deslumbraram o público ao longo de 2010. Um tributo fiel à engenharia automotiva, a paixão de um homem em relação a velocidade e o culto à beleza.

1.- Bugatti 16/4 Veyron Super Sport




É a versão mais potente deste extraordinário super carro esportivo. Este modelo surpreendeu o mundo durante a última década e, como tal, apresenta qualidades únicas que o tornam o rei de todas as versões conhecidas até agora.

O Veyron 16.4 Super Sport vem com o mesmo motor W16 da versão "convencional", mas com melhorias que aumentam sua potência para incríveis 1.200 cv. O resultado é uma velocidade máxima de 431 km/h que o tornam o carro mais rápido do mundo.

2.-Ferrari 599 GTO



A Ferrari apresentou ao mundo no dia 08 de abril sua nova joia esportiva: O GTO 599. A empresa descreve como uma "berlinetta" V12 extrema, desenvolvida para um grupo de clientes apaixonado por velocidade. É por isso que este é o modelo mais rápido da marca.

Como seu nome sugere, a produção é limitada a apenas 599 unidades, cada uma com um preço próximo a US$ 450 mil. O motor é capaz de gerar 670 cv. O peso do veículo é de 1.495 kg. Isso representa uma relação peso / potência de apenas 2,23 kg / cv, e garante um zero a 100 km/h em apenas 3,35 segundo, além de uma velocidade máxima de 335 km / h.

3.- Porsche 918 Spyder



É equipado com um mega motor V8 de 3.4 litros, o mesmo que o Porsche RS Spyder, mas melhorado e reforçado até a última gota. Então, ao invés de gerar 400 cv de potência, que já é potência de sobra, o 918 é capaz de produzir nada menos que 500 cv de potência inimaginável. Este carro acelera de zero a 100 km / h em 3,2 segundos e atinge uma máxima de cerca de 320 km / h, um número que o torna mais rápido que a maioria.


4.- Hennessey Venom GT




Esta é o primeiro modelo de produção Hennessey Venom GT, um supercarro produzido pela Hennessey Performance Engineering promete quebrar todos os registros de velocidade para um veículo de produção. O modelo é fabricado em Silverstone (Inglaterra).

Desenhado nos Estados Unidos, este modelo tem do continente americano apenas o motor 6.2 litros V8 LS9 da General Motors. A plataforma de partida é o pequeno Lotus Elise, com um chassi estendido e estrutura em alumínio e fibra de carbono para o garantir o menor peso possível. O corpo foi alargado e a aerodinâmica estudada cuidadosamente para que o veículo fique "grudado ao chão" mesmo quando atingir os 418 km / h.


5.- Koenigsegg Agera




Este novo modelo, uma espécie de F1 de rua, foi lançado durante o último Salão Internacional do Automóvel em Genebra e reflete a filosofia da marca com um esportivo de alto rendimento.

Seu nome vem da palavra sueca que significa "ação ", o que diz muito, já que este bólido é equipado com um motor V8 de 4.7 litros com turbo duplo que fornece 910 cv de potência administrado por um câmbio sequencial automático. O resultado é uma velocidade máxima de 390 km/h e um zero a 100 km/h em apenas 3,1 segundos.


6.- Lamborghini Sesto Elemento




A Lamborghini apresentou em setembro no Salão de Paris o Sesto Elemento, um carro-conceito de apenas 999 quilos. E olha que esse peso inclui o poderoso motor V10 de 570 cv. Este bloco empurra o superesportivo italiano de zero a 100 km / h em apenas 2,5 segundos e o leva a uma máxima de até 300 km / h.


7.- Pagani Zonda Tricolore




A marca ítalo-argentina Pagani apresentou em outubro uma edição especial do seu modelo exclusivo chamado Zonda Tricolore. É uma homenagem ao Frecce Tricolori, a equipe de acrobacias aéreas do Exército italiano, que completa 50 anos de idade.

Sua caixa de câmbio é sequencial de seis velocidades robotizada pela Automac Engenharia. O modelo pode acelerar de zero a 100 km / h em apenas 3,4 segundos. Estima-se velocidade máxima de 350 km / h. Apenas uma má notícia. Existirá apenas uma unidade deste belo modelo, que vai ter o preço "salgado" de 1,3 milhões de euros.


8.- Jaguar C-X75



A Jaguar comemorou seus 75 anos com uma versão exclusiva do C-X75 Concept, um protótipo de dois lugares 100% elétrico. Seus números são impressionantes, como o motor tem uma potência de 780 cv. Cada roda possui um motor elétrico de 195 hp elétricos, com peso individual de apenas 50 kg.

Encontramos um veículo que é capaz de acelerar de zero a 100 km / h em 3,4 segundo atingindo uma velocidade máxima de 330 km / h. Os painéis e estrutura externa que cobrem o corpo são feitos de alumínio.


9.- Alfa Romeo Pandion



Após dois anos sem estar presente em Genebra, a Bertone regressou ao motorshow com o Alfa Romeo Pandion Concept, um outro conceito em linha futurista, um presente amável comemorando o centenário da Alfa Romeo.

O Pandion tem estilo cupê com um conceito muito particular de portas em "asa de gaivota" invertidas e funcionais. O motor é herdado do Maserati Gran Turismo, um V8 de 440 cv e 4.7 litros.


10.- Porsche 911 GT2 RS




O GT representa o ponto máximo da gama 911. É o esportivo mais poderoso e mais rápido de rua já construído na história da montadora alemã. Com produção limitada a 500 unidades, o 911 GT2 RS está disponível na Europa desde setembro de 2010.

Com uma potência incrementada de 90 cv e 70 quilos a menos em comparação com o 911 GT2, o novo 911 GT2 RS atinge monstruosos 620 cv e tem uma relação peso / potência de apenas 2,21 kg por cv, que o coloca como o melhor em sua classe. Vai de zero a 100 kmh em 3,5 segundos, de zero a 200 km / h em 9,8 segundo e de zero a 300 kmh em 28,9 segundos. Sua velocidade máxima de 330 km / h.

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