domingo, 4 de setembro de 2011

Motus apresenta a Sport Touring MTS-01

Car Magazine Brasil
Escrito por José Antonio Leme 
 
 
 
Quebrando os paradigmas e a tradição do norte-americano em produzir motocicletas custom, a Motus apresentou a MTS-01, uma Touring com motor V4. Utilizando do slogan "essa não é uma típica motocicleta norte-americana", a marca colocou no mercado uma Sport Touring com características bem peculiares.

Fugindo dos cromados, e dos característicos motores V2, a MTS-10 vem equipada com um motor V4 que foi derivado de um motor V8 de carro e com o propósito de extirpar o estigma de lentas e barulhentas que as motocicletas norte-americanas carregam.

O motor de 1.645 cc conta com injeção direta para desenvolver 161 cv de potência a 7.800 rpm e 16,8 kgfm a 4.500 rpm que empurram os 227 kg da motocicleta. Seu chassi é de aço em treliça e as suspensões têm três níveis de ajustes, além de pedaleiras, bolha, manetes e assento que podem ser ajustados. As malas laterais da italiana Givi são itens de série. O preço ainda não foi estipulado.

 

 

 

 

 

Motus apresenta a Sport Touring MTS-01

Car Magazine Brasil
Escrito por José Antonio Leme 
 
 
 
Quebrando os paradigmas e a tradição do norte-americano em produzir motocicletas custom, a Motus apresentou a MTS-01, uma Touring com motor V4. Utilizando do slogan "essa não é uma típica motocicleta norte-americana", a marca colocou no mercado uma Sport Touring com características bem peculiares.

Fugindo dos cromados, e dos característicos motores V2, a MTS-10 vem equipada com um motor V4 que foi derivado de um motor V8 de carro e com o propósito de extirpar o estigma de lentas e barulhentas que as motocicletas norte-americanas carregam.

O motor de 1.645 cc conta com injeção direta para desenvolver 161 cv de potência a 7.800 rpm e 16,8 kgfm a 4.500 rpm que empurram os 227 kg da motocicleta. Seu chassi é de aço em treliça e as suspensões têm três níveis de ajustes, além de pedaleiras, bolha, manetes e assento que podem ser ajustados. As malas laterais da italiana Givi são itens de série. O preço ainda não foi estipulado.

 

 

 

 

 

Falece o presidente da MV Agusta

Por Arthur Caldeira, via Infomoto


Claudio Castiglioni e a emblemática F4 1000

O presidente da MV Agusta, Claudio Castiglioni, faleceu nesta manhã em Varese, na Itália, aos 64 anos. Depois de uma longa batalha contra uma doença – não informada no comunicado à imprensa – Castiglioni será enterrado na próxima sexta-feira, 19 de agosto, em Varese, terra da MV Agusta.

Fundador da Cagiva em 1978, criou modelos como a Elefant e a Mito e levou o nome da marca italiana aos primeiros lugares no Mundial de Motovelocidade. Empresário visionário a frente do Grupo Cagiva, Castiglioni comprou marcas como a Ducati, MV Agusta e Husqvarna. Foi um dos responsáveis pelo lançamento da Ducati 916 e a Monster.

Desde o ano passado, Claudio Castiglioni havia transferido a liderança da MV para  seu filho Giovanni, que continuará a frente da empresa.

Falece o presidente da MV Agusta

Por Arthur Caldeira, via Infomoto


Claudio Castiglioni e a emblemática F4 1000

O presidente da MV Agusta, Claudio Castiglioni, faleceu nesta manhã em Varese, na Itália, aos 64 anos. Depois de uma longa batalha contra uma doença – não informada no comunicado à imprensa – Castiglioni será enterrado na próxima sexta-feira, 19 de agosto, em Varese, terra da MV Agusta.

Fundador da Cagiva em 1978, criou modelos como a Elefant e a Mito e levou o nome da marca italiana aos primeiros lugares no Mundial de Motovelocidade. Empresário visionário a frente do Grupo Cagiva, Castiglioni comprou marcas como a Ducati, MV Agusta e Husqvarna. Foi um dos responsáveis pelo lançamento da Ducati 916 e a Monster.

Desde o ano passado, Claudio Castiglioni havia transferido a liderança da MV para  seu filho Giovanni, que continuará a frente da empresa.

BMW R 1200 GS refrigerada a água é flagrada em testes

Car Magazine Brasil
Escrito por José Antonio Leme

Qual o motivo para a BMW testar novamente a R 1200 GS? Não há. Em tese ela é uma moto terminada e completa, a não ser que os alemães tenham, enfim, se dobrado a fazê-la ainda melhor refrigerando seu motor a água.

Na imagens acima é possível notar que a motocicleta está com camuflagens e sensores presos ao tanque. Todavia, o principal interesse da BMW no desenvolvimento de uma motocicleta com motor arrefecido a água não é o aumento de potência e sim o conforto ao diminuir os ruídos da motocicleta.

É possível notar também que o modelo ao que parece é uma pré-produção, teve ainda os freios atualizados com discos radiais maiores, além de estar equipada com escapamentos da Akrapovic, parceira de longa data da marca alemã.

Quando for apresentada, a R 1200 GS com motor refrigerado a água, irá quebrar uma tradição de quase 90 anos da BMW em produzir motocicletas com motor boxer bicilíndrico refrigerado a ar. Uma reviravolta e tanto na produção daquela que é a BMW mais vendida em toda a história da divisão Motorrad com mais de 100 mil motocicletas.

BMW R 1200 GS refrigerada a água é flagrada em testes

Car Magazine Brasil
Escrito por José Antonio Leme

Qual o motivo para a BMW testar novamente a R 1200 GS? Não há. Em tese ela é uma moto terminada e completa, a não ser que os alemães tenham, enfim, se dobrado a fazê-la ainda melhor refrigerando seu motor a água.

Na imagens acima é possível notar que a motocicleta está com camuflagens e sensores presos ao tanque. Todavia, o principal interesse da BMW no desenvolvimento de uma motocicleta com motor arrefecido a água não é o aumento de potência e sim o conforto ao diminuir os ruídos da motocicleta.

É possível notar também que o modelo ao que parece é uma pré-produção, teve ainda os freios atualizados com discos radiais maiores, além de estar equipada com escapamentos da Akrapovic, parceira de longa data da marca alemã.

Quando for apresentada, a R 1200 GS com motor refrigerado a água, irá quebrar uma tradição de quase 90 anos da BMW em produzir motocicletas com motor boxer bicilíndrico refrigerado a ar. Uma reviravolta e tanto na produção daquela que é a BMW mais vendida em toda a história da divisão Motorrad com mais de 100 mil motocicletas.

MV Agusta revela modelos que serão produzidos no Brasil

Por Arthur Caldeira e Carlos Bazela, via UOL

Ontem, quinta-feira, o site da MV Agusta no Brasil foi ao ar, mas a verdadeira notícia é que a marca italiana revelou as versões dos modelos que serão montados no Brasil pela Dafra Motos, em Manaus. De acordo com o site brasileiro da marca serão “fabricadas” no país duas versões da naked Brutale e a superesportiva F4.

A versão da F4 terá motor de quatro cilindros, 998cc e 186 cv!

Com motor de 998cc, a F4 montada aqui terá 186 cv de potência a 13.500 rpm, podendo chegar à velocidade máxima de 305 km/h. O design será o mesmo da versão europeia do modelo, que conta com lanterna traseira, piscas e farol de estacionamento em LED. A moto estará disponível nas cores preta e na clássica combinação vermelha e prata, que caracteriza a F4 desde sua primeira versão.

A naked Brutale vai chegar na versão R (acima), mais acessível

Já a Bruatale 1090R tem motor de quatro cilindros, 1078 cc e 144 cv a 10.300 rpm, o que a faz atingir 265 km/h. A moto chega nas cores preto e prata. Para a versão RR a mesma motorização, mas trata-se de uma moto um pouco mais longa e estreita, além de ter um assento colocado numa posição mais alta do que o modelo de entrada. Outro destaque fica para o disco de freio dianteiro que também aumentou para 320 mm e as pinças monobloco Brembo. Esta Brutale RR ainda oferece pedaleiras ajustáveis e poderá ser encontrada em duas combinações de cores: branco pérola com preto ou vermelho com prata metálico. Os dois modelos têm 190 kg de peso a seco.

Brutale RR tem pedaleiras ajustáveis e pinças monobloco Brembo


O site afirma também que tanto a F4 como as duas versões da Brutale estarão nas concessionárias da marca em dezembro. O preço deverá ser anunciado no Salão Duas Rodas de São Paulo, em outubro. Para saber mais detalhes sobre as motos MV Agusta produzidas no Brasil acesse www.mvagustamotos.com.br 

MV Agusta revela modelos que serão produzidos no Brasil

Por Arthur Caldeira e Carlos Bazela, via UOL

Ontem, quinta-feira, o site da MV Agusta no Brasil foi ao ar, mas a verdadeira notícia é que a marca italiana revelou as versões dos modelos que serão montados no Brasil pela Dafra Motos, em Manaus. De acordo com o site brasileiro da marca serão “fabricadas” no país duas versões da naked Brutale e a superesportiva F4.

A versão da F4 terá motor de quatro cilindros, 998cc e 186 cv!

Com motor de 998cc, a F4 montada aqui terá 186 cv de potência a 13.500 rpm, podendo chegar à velocidade máxima de 305 km/h. O design será o mesmo da versão europeia do modelo, que conta com lanterna traseira, piscas e farol de estacionamento em LED. A moto estará disponível nas cores preta e na clássica combinação vermelha e prata, que caracteriza a F4 desde sua primeira versão.

A naked Brutale vai chegar na versão R (acima), mais acessível

Já a Bruatale 1090R tem motor de quatro cilindros, 1078 cc e 144 cv a 10.300 rpm, o que a faz atingir 265 km/h. A moto chega nas cores preto e prata. Para a versão RR a mesma motorização, mas trata-se de uma moto um pouco mais longa e estreita, além de ter um assento colocado numa posição mais alta do que o modelo de entrada. Outro destaque fica para o disco de freio dianteiro que também aumentou para 320 mm e as pinças monobloco Brembo. Esta Brutale RR ainda oferece pedaleiras ajustáveis e poderá ser encontrada em duas combinações de cores: branco pérola com preto ou vermelho com prata metálico. Os dois modelos têm 190 kg de peso a seco.

Brutale RR tem pedaleiras ajustáveis e pinças monobloco Brembo


O site afirma também que tanto a F4 como as duas versões da Brutale estarão nas concessionárias da marca em dezembro. O preço deverá ser anunciado no Salão Duas Rodas de São Paulo, em outubro. Para saber mais detalhes sobre as motos MV Agusta produzidas no Brasil acesse www.mvagustamotos.com.br 

Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto

A mais poderosa da Suzuki equilibra desempenho e suavidade, mas exige um piso de qualidade
 
por Eduardo Rocha, via Auto Press
 
Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto
Fama é tudo. Para vender milhões de motos 125 cc mundo afora, é preciso criar e produzir alguns modelos de alta tecnologia e de performance arrebatadora. São eles que arrastam as marcas às alturas. O palco idealizado para uma superesportiva como a Suzuki GSX-R 1000 são as pistas da Moto GP. Até parece que os bólidos produzido para as pistas e os feitos para a rua são próximos. E são mesmo. Só como ideia geral, a versão de competição pesa 150 kg, tem 210 cv e bate os 330 km/h, enquanto a “civil” tem 172 kg, 185 cv e fica próximo dos 300 km/h. A relação peso/potência 30% maior explica a queda de rendimento: 0,71 kg/cv contra 0,93 kg/cv. Mesmo assim, a Suzuki das lojas tem desempenho suficiente para produzir adrenalina em qualquer piloto e deixar mães e esposas em polvorosa.
A GSX-R briga em um segmento em que toda marca de respeito tem um representante. A Honda tem a CBR 1000RR Fireblade, a Yamaha tem a R1 e a Kawasaki tem a Ninja ZX-10-R. Elas disputam em cada detalhe de tecnologia e desempenho o mercado de superesportivas no Brasil ­ que fica na faixa de 400 a 500 unidades mensais. A Honda abocanha aproximadamente 25% do nicho ­ 120, 130 unidades ­, enquanto a R1 e a GSX-R brigam pelo segundo lugar, cerca de 60 unidades cada uma. No preço, elas quase se equivalem. A Ninja tem projeto mais recente e sai da curva do segmento ­ começa em R$ 61 mil e vai a R$ 65 mil com ABS. A R1 fica por R$ 57 mil, a Fireblade começa em R$ 56 mil e vai a R$ 58 mil com ABS. Já a Suzuki atualmente tem dois preços: R$ 55 mil para a versão 2011 e R$ 58.900 para a 2012.


A não ser pelas cores e grafismos, a diferença entre a 2011 e a 2012 é nenhuma. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha com quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Na descrição geral, nada de impressionante. Mas como todas as peças e recursos de uma superesportiva são levados ao extremo, aí começam os detalhes na GSX-R: bicos injetores de combustível com 12 orifícios, válvulas em titânio, pistões e bielas forjadas por esferas jateadas, que aumenta a resistência mecânica, camisa dos cilindros com tratamento eletroquímico para reduzir o atrito.
Outra briga importante numa superesportiva é com a balança. E das rivais diretas, a Suzuki é a que tem menor peso. Em relação à geração anterior, produzida até 2009, ela perdeu 5 kg. São os mesmos 5 kg a menos que a Honda e 12 kg em relação à Yamaha. E isso é tão fundamental nesse segmento que a mais leve é sempre a última a ser projetada. Atualmente este posto está com a Kawasaki, que tem 7 kg a menos e foi lançada na linha 2011. De qualquer forma, a ciclística da GSX-R é ajudada na ótima distribuição de peso, que deixa o centro de gravidade bem baixo, e pelo chassi em liga de alumínio.


Impressões ao pilotar
Devoradora de asfalto
O pacto das japonesas em relação às motocicletas tem sentido. Elas fizeram um acordo de estancar a corrida pela velocidade depois que todas passaram de 300 km/h. O caso é que o desempenho das motocicletas estava indo além da dimensão humana. Pouco pilotos, em geral só os muito jovens para ter qualquer juízo, tinham reflexos para controlar um bólido que pode virar, a qualquer momento, uma espécie de buscapé com banco e piloto.
A trégua é sensata. E não provocou o fim de modelos verdadeiramente esportivos, capazes de ultrapassar os 300 por hora, como a Suzuki GSX-R. Obviamente, para tirar apenas uma parte substancial do desempenho que esta motocicleta tem para dar é preciso sair das áreas públicas. E só mesmo numa pista para arrancar um zero a 100 km/h em 3,4 segundos ou uma máxima em torno dos 292 km/h. E é nesse ambiente que a GSX-R fica à vontade. No uso mais comezinho, em ambiente urbano, ela fica um pouco desajeitada.
Situação que é agravada pela falta de velocidade. Como não há pressão aerodinâmica, o piloto acaba apoiando o peso do corpo no antebraço, o que cansa um bocado. Com a postura correta de pilotagem, com os joelhos pressionando o tanque de combustível, torna as manobras em baixa velocidade mais difíceis. Nada de errado com a moto. Ela foi feita mesmo para as pistas. As ruas de uma cidade são tão adequadas para a Suzzuki GSX-R 1000 quanto uma gaiola apertada.
Ficha Técnica
Suzuki GSX-R 1000
Motor: A gasolina, quatro tempos, 999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto seqüencial e acelerador eletrônico.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: 185 cv a 12 mil rpm.
Aceleração 0-100 Km/h: 3,4 segundos.
Velocidade máxima: 292 km/h.
Torque máximo: 11,9 kgfm a 10 mil rpm
Diâmetro e curso: 74,5 mm X 57,3 mm.
Taxa de compressão: 12,8:1
Suspensão: Dianteira telescópica invertida com ajuste da pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão. Traseiro do tipo balançada articulada, tipo monolink de com amortecedor hidráulico, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 190/50 R17 atrás.
Freios: Duplo disco na frente e disco simples na traseira.
Dimensões: 2,04 metros de comprimento total, 0,72 m de largura, 1,13 m de altura, 1,40 m de distância entre-eixos, 0,13 m de altura do solo e 0,81 m de altura do assento.
Peso: 172 kg.
Tanque do combustível: 17,5 l.
Produção: Hamamatsu, Japão.
Lançamento da primeira geração: 1985.
Lançamento da atual geração: 2010.
Preço: R$ 55 mil (modelo 2011) e R$ 58.900 (modelo 2012).
 

 

 

Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto

A mais poderosa da Suzuki equilibra desempenho e suavidade, mas exige um piso de qualidade
 
por Eduardo Rocha, via Auto Press
 
Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto
Fama é tudo. Para vender milhões de motos 125 cc mundo afora, é preciso criar e produzir alguns modelos de alta tecnologia e de performance arrebatadora. São eles que arrastam as marcas às alturas. O palco idealizado para uma superesportiva como a Suzuki GSX-R 1000 são as pistas da Moto GP. Até parece que os bólidos produzido para as pistas e os feitos para a rua são próximos. E são mesmo. Só como ideia geral, a versão de competição pesa 150 kg, tem 210 cv e bate os 330 km/h, enquanto a “civil” tem 172 kg, 185 cv e fica próximo dos 300 km/h. A relação peso/potência 30% maior explica a queda de rendimento: 0,71 kg/cv contra 0,93 kg/cv. Mesmo assim, a Suzuki das lojas tem desempenho suficiente para produzir adrenalina em qualquer piloto e deixar mães e esposas em polvorosa.
A GSX-R briga em um segmento em que toda marca de respeito tem um representante. A Honda tem a CBR 1000RR Fireblade, a Yamaha tem a R1 e a Kawasaki tem a Ninja ZX-10-R. Elas disputam em cada detalhe de tecnologia e desempenho o mercado de superesportivas no Brasil ­ que fica na faixa de 400 a 500 unidades mensais. A Honda abocanha aproximadamente 25% do nicho ­ 120, 130 unidades ­, enquanto a R1 e a GSX-R brigam pelo segundo lugar, cerca de 60 unidades cada uma. No preço, elas quase se equivalem. A Ninja tem projeto mais recente e sai da curva do segmento ­ começa em R$ 61 mil e vai a R$ 65 mil com ABS. A R1 fica por R$ 57 mil, a Fireblade começa em R$ 56 mil e vai a R$ 58 mil com ABS. Já a Suzuki atualmente tem dois preços: R$ 55 mil para a versão 2011 e R$ 58.900 para a 2012.


A não ser pelas cores e grafismos, a diferença entre a 2011 e a 2012 é nenhuma. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha com quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Na descrição geral, nada de impressionante. Mas como todas as peças e recursos de uma superesportiva são levados ao extremo, aí começam os detalhes na GSX-R: bicos injetores de combustível com 12 orifícios, válvulas em titânio, pistões e bielas forjadas por esferas jateadas, que aumenta a resistência mecânica, camisa dos cilindros com tratamento eletroquímico para reduzir o atrito.
Outra briga importante numa superesportiva é com a balança. E das rivais diretas, a Suzuki é a que tem menor peso. Em relação à geração anterior, produzida até 2009, ela perdeu 5 kg. São os mesmos 5 kg a menos que a Honda e 12 kg em relação à Yamaha. E isso é tão fundamental nesse segmento que a mais leve é sempre a última a ser projetada. Atualmente este posto está com a Kawasaki, que tem 7 kg a menos e foi lançada na linha 2011. De qualquer forma, a ciclística da GSX-R é ajudada na ótima distribuição de peso, que deixa o centro de gravidade bem baixo, e pelo chassi em liga de alumínio.


Impressões ao pilotar
Devoradora de asfalto
O pacto das japonesas em relação às motocicletas tem sentido. Elas fizeram um acordo de estancar a corrida pela velocidade depois que todas passaram de 300 km/h. O caso é que o desempenho das motocicletas estava indo além da dimensão humana. Pouco pilotos, em geral só os muito jovens para ter qualquer juízo, tinham reflexos para controlar um bólido que pode virar, a qualquer momento, uma espécie de buscapé com banco e piloto.
A trégua é sensata. E não provocou o fim de modelos verdadeiramente esportivos, capazes de ultrapassar os 300 por hora, como a Suzuki GSX-R. Obviamente, para tirar apenas uma parte substancial do desempenho que esta motocicleta tem para dar é preciso sair das áreas públicas. E só mesmo numa pista para arrancar um zero a 100 km/h em 3,4 segundos ou uma máxima em torno dos 292 km/h. E é nesse ambiente que a GSX-R fica à vontade. No uso mais comezinho, em ambiente urbano, ela fica um pouco desajeitada.
Situação que é agravada pela falta de velocidade. Como não há pressão aerodinâmica, o piloto acaba apoiando o peso do corpo no antebraço, o que cansa um bocado. Com a postura correta de pilotagem, com os joelhos pressionando o tanque de combustível, torna as manobras em baixa velocidade mais difíceis. Nada de errado com a moto. Ela foi feita mesmo para as pistas. As ruas de uma cidade são tão adequadas para a Suzzuki GSX-R 1000 quanto uma gaiola apertada.
Ficha Técnica
Suzuki GSX-R 1000
Motor: A gasolina, quatro tempos, 999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto seqüencial e acelerador eletrônico.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: 185 cv a 12 mil rpm.
Aceleração 0-100 Km/h: 3,4 segundos.
Velocidade máxima: 292 km/h.
Torque máximo: 11,9 kgfm a 10 mil rpm
Diâmetro e curso: 74,5 mm X 57,3 mm.
Taxa de compressão: 12,8:1
Suspensão: Dianteira telescópica invertida com ajuste da pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão. Traseiro do tipo balançada articulada, tipo monolink de com amortecedor hidráulico, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 190/50 R17 atrás.
Freios: Duplo disco na frente e disco simples na traseira.
Dimensões: 2,04 metros de comprimento total, 0,72 m de largura, 1,13 m de altura, 1,40 m de distância entre-eixos, 0,13 m de altura do solo e 0,81 m de altura do assento.
Peso: 172 kg.
Tanque do combustível: 17,5 l.
Produção: Hamamatsu, Japão.
Lançamento da primeira geração: 1985.
Lançamento da atual geração: 2010.
Preço: R$ 55 mil (modelo 2011) e R$ 58.900 (modelo 2012).
 

 

 

Harley-Davidson XL 1200 Custom pode vir para o Brasil

Aldo Tizzani via MOTO.com.br

Fotos: Riles & Nelson e Divulgação HD
Viagem a convite da Harley-Davidson do Brasil

 

A Harley-Davidson quer ampliar sua oferta de produtos no mercado brasileiro. No Salão Duas Rodas - que acontece de 04 a 09 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (SP) - a centenária marca norte-americana apresentará a Dyna Switchback, a V-Rod 10th Anniversary, além da Night Rod Special. Mas a montadora quer oferecer uma opção mais acessível. Um modelo que se posicione entre a XL 883R (R$ 25.900) e a XR 1200X (R$ 33 mil), ambas da família Sportster. Uma forte candidata à desembarcar no País é a XL 1200 Custom, que tem preço sugerido a partir de US$ 10.299, lá nos Estados Unidos. A equipe da Agência Infomoto viajou para a “Terra do Tio Sam” e conferiu o desempenho da moto, que pode ser uma fiel parceira para dupla jornada. Ou seja, ágil na correria do dia a dia e, nos finais de semana, encara a estrada no melhor estilo “Easy Rider”.

 

Cheia de personalidade, a XL 1200 Custom traz desenho clássico, rodas de liga leve, pneus mais largos, lanterna com LEDs, capa sobre o farol, além de muitos cromados. Já o motor “V2” conta com acabamento em preto, com aletas de refrigeração polidas. Detalhe: este é um dos modelos de propulsor refrigerado a ar produzido em Menomonee Falls, próxima a Milwaukee, no estado de Wisconsin (EUA).

Mas o “grande barato” desta moto é sua vocação para receber inúmeros acessórios ou substituir peças originais por itens personalizados. A lista é extensa. Vai do assento até outras opções de acabamento do motor, passando pelo guidão, pedaleiras, rodas, alarme e novas cores. O pacote de personalização pode sair direto da direto da fábrica.

 

Primeiras impressões
 
O pequeno e pacato município de Park City, vizinho à capital de Utah, Salt Lake City, no meio-oeste americano, foi o palco escolhido pela Harley-Davidson para o lançamento da linha 2012. O grande destaque foi a nova Dyna Switchback, seguida pela edição alusiva aos 10 anos da V-Rod, Night Rod Special, além da linha CVO (Custom Vehicle Operations).

Mas uma “motinho” me chamou a atenção, principalmente por enxergar no modelo uma grande oportunidade da Harley ampliar suas vendas para o mercado brasileiro. E foi com a XL 1200 Custom que iniciei a avaliação da linha 2012 das motos HD.

O primeiro ponto positivo é seu estilo clássico, sem muitas frescuras. Moto com cara de moto. As rodas calçadas com pneus “balão”, fornecidos pela Michelin, e emoldurado pelo pequeno para-lama dianteiro dão um ar mais encorpado ao modelo. Ao montar na representante da família Sportster, nova surpresa: a 1200 Custom oferece bons níveis de ergonomia, apesar do assento “solo”, que, aliás, pode ser substituído. Sua postura de pilotagem, com os braços abertos e esticados, além das pernas semi-flexionadas a fazem também bastante confortável.

 

O motor de dois cilindros em “V”, de 1200 cm³ de capacidade, trabalha de forma linear, sem trancos e reações estúpidas. Um dos responsáveis por este temperamento mais dócil é o câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada. O propulsor, que oferece bom torque em baixas e médias rotações, é ideal para rodar na cidade, como também para desfilar na estrada no final de semana. Em função da injeção eletrônica de combustível (ESPFI), a XL 1200 Custom faz, segundo a Harley-Davidson, pouco mais de 20 km/l. Ou seja, a moto tem uma autonomia de aproximadamente 340 quilômetros.

 

Na parte ciclística, receitas pra lá de tradicionais: garfo telescópico, que foi recalibrado para se ajustar ao peso do trem dianteiro (roda e pneu) e disco simples ventilado. Na traseira, sistema bichoque e disco simples. Na prática, o conjunto de suspensões é mais firme se comparado aos modelos da linha Softail. A XL 1200 C oferece 105 mm de curso na dianteira e 54 mm de curso na traseira, contra, 130 mm na frente e 109 mm na parte de trás da Heritage Classic, por exemplo. Já os freios se apresentavam um pouco “borrachudos” no começo da avaliação. Mas a eficiência da frenagem foi melhorando com ao passar dos quilômetros, acionamentos e também em virtude da acomodação das pastilhas.

Concorrência  
Se a XL 1200 Custom realmente chegar ao Brasil e com preço sugerido entre R$ 28 mil e R$ 30 mil, com certeza terá um bom volume de vendas. Nesta batalha pelo mercado de motos custom, Honda Shadow 750 (R$ 29 mil), Yamaha XVS 950 Midnight Star (R$ 32 mil), Suzuki Boulevard M 800 (R$ 33 mil) e Kawasaki Vulcan 900 (R$ 30 mil) encontrarão no modelo HD um concorrente de peso, com preço competitivo e motor de maior capacidade cúbica. Isso sem falar no status de pilotar uma Harley-Davidson. O que nos resta é aguardar os resultados das pesquisas que estão sendo feitas pela subsidiária brasileira da marca e torcer para que as projeções se confirmem. Os harlistas de plantão agradecem!

 

Ficha Técnica
 
Motor: Evolution, 1200 cm³, dois cilindros em V, a 60º, refrigerado a ar
Transmissão: Câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada
Potência: n/d
Torque: 10,91 kgf.m a 4.000 rpm
Diâmetro e curso: 88,9 mm x 96,8 mm
Taxa de compressão: 9.7:1
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível (ESPFI)
Partida: Elétrica
Suspensão: Garfo telescópico com 39 mm de diâmetro e 105 mm de curso (dianteiro); Duplo amortecedores com regulagem de pré-carga e 54 mm de curso (traseiro)
Freios: Disco simples de 292 mm de diâmetro e duplo pistão (dianteiro) e disco simples de 260 mm de diâmetro e único pistão (traseiro)
Rodas e pneus: Liga-leve de cinco raios, 130/90B16 72H na dianteira e 150/80B16 77H, na traseira
Chassi: Duplo berço
Dimensões: 2.220 mm de comprimento, entre-eixos de 1.521 mm e 724 mm de altura do assento ao solo
Tanque: 17 litros
Peso: 251 kg (a seco)
Preço: US$ 10.299 (Preta), US$ 10.500 (Cor) e US$ 10.809 (Dois tons)

Harley-Davidson XL 1200 Custom pode vir para o Brasil

Aldo Tizzani via MOTO.com.br

Fotos: Riles & Nelson e Divulgação HD
Viagem a convite da Harley-Davidson do Brasil

 

A Harley-Davidson quer ampliar sua oferta de produtos no mercado brasileiro. No Salão Duas Rodas - que acontece de 04 a 09 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (SP) - a centenária marca norte-americana apresentará a Dyna Switchback, a V-Rod 10th Anniversary, além da Night Rod Special. Mas a montadora quer oferecer uma opção mais acessível. Um modelo que se posicione entre a XL 883R (R$ 25.900) e a XR 1200X (R$ 33 mil), ambas da família Sportster. Uma forte candidata à desembarcar no País é a XL 1200 Custom, que tem preço sugerido a partir de US$ 10.299, lá nos Estados Unidos. A equipe da Agência Infomoto viajou para a “Terra do Tio Sam” e conferiu o desempenho da moto, que pode ser uma fiel parceira para dupla jornada. Ou seja, ágil na correria do dia a dia e, nos finais de semana, encara a estrada no melhor estilo “Easy Rider”.

 

Cheia de personalidade, a XL 1200 Custom traz desenho clássico, rodas de liga leve, pneus mais largos, lanterna com LEDs, capa sobre o farol, além de muitos cromados. Já o motor “V2” conta com acabamento em preto, com aletas de refrigeração polidas. Detalhe: este é um dos modelos de propulsor refrigerado a ar produzido em Menomonee Falls, próxima a Milwaukee, no estado de Wisconsin (EUA).

Mas o “grande barato” desta moto é sua vocação para receber inúmeros acessórios ou substituir peças originais por itens personalizados. A lista é extensa. Vai do assento até outras opções de acabamento do motor, passando pelo guidão, pedaleiras, rodas, alarme e novas cores. O pacote de personalização pode sair direto da direto da fábrica.

 

Primeiras impressões
 
O pequeno e pacato município de Park City, vizinho à capital de Utah, Salt Lake City, no meio-oeste americano, foi o palco escolhido pela Harley-Davidson para o lançamento da linha 2012. O grande destaque foi a nova Dyna Switchback, seguida pela edição alusiva aos 10 anos da V-Rod, Night Rod Special, além da linha CVO (Custom Vehicle Operations).

Mas uma “motinho” me chamou a atenção, principalmente por enxergar no modelo uma grande oportunidade da Harley ampliar suas vendas para o mercado brasileiro. E foi com a XL 1200 Custom que iniciei a avaliação da linha 2012 das motos HD.

O primeiro ponto positivo é seu estilo clássico, sem muitas frescuras. Moto com cara de moto. As rodas calçadas com pneus “balão”, fornecidos pela Michelin, e emoldurado pelo pequeno para-lama dianteiro dão um ar mais encorpado ao modelo. Ao montar na representante da família Sportster, nova surpresa: a 1200 Custom oferece bons níveis de ergonomia, apesar do assento “solo”, que, aliás, pode ser substituído. Sua postura de pilotagem, com os braços abertos e esticados, além das pernas semi-flexionadas a fazem também bastante confortável.

 

O motor de dois cilindros em “V”, de 1200 cm³ de capacidade, trabalha de forma linear, sem trancos e reações estúpidas. Um dos responsáveis por este temperamento mais dócil é o câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada. O propulsor, que oferece bom torque em baixas e médias rotações, é ideal para rodar na cidade, como também para desfilar na estrada no final de semana. Em função da injeção eletrônica de combustível (ESPFI), a XL 1200 Custom faz, segundo a Harley-Davidson, pouco mais de 20 km/l. Ou seja, a moto tem uma autonomia de aproximadamente 340 quilômetros.

 

Na parte ciclística, receitas pra lá de tradicionais: garfo telescópico, que foi recalibrado para se ajustar ao peso do trem dianteiro (roda e pneu) e disco simples ventilado. Na traseira, sistema bichoque e disco simples. Na prática, o conjunto de suspensões é mais firme se comparado aos modelos da linha Softail. A XL 1200 C oferece 105 mm de curso na dianteira e 54 mm de curso na traseira, contra, 130 mm na frente e 109 mm na parte de trás da Heritage Classic, por exemplo. Já os freios se apresentavam um pouco “borrachudos” no começo da avaliação. Mas a eficiência da frenagem foi melhorando com ao passar dos quilômetros, acionamentos e também em virtude da acomodação das pastilhas.

Concorrência  
Se a XL 1200 Custom realmente chegar ao Brasil e com preço sugerido entre R$ 28 mil e R$ 30 mil, com certeza terá um bom volume de vendas. Nesta batalha pelo mercado de motos custom, Honda Shadow 750 (R$ 29 mil), Yamaha XVS 950 Midnight Star (R$ 32 mil), Suzuki Boulevard M 800 (R$ 33 mil) e Kawasaki Vulcan 900 (R$ 30 mil) encontrarão no modelo HD um concorrente de peso, com preço competitivo e motor de maior capacidade cúbica. Isso sem falar no status de pilotar uma Harley-Davidson. O que nos resta é aguardar os resultados das pesquisas que estão sendo feitas pela subsidiária brasileira da marca e torcer para que as projeções se confirmem. Os harlistas de plantão agradecem!

 

Ficha Técnica
 
Motor: Evolution, 1200 cm³, dois cilindros em V, a 60º, refrigerado a ar
Transmissão: Câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada
Potência: n/d
Torque: 10,91 kgf.m a 4.000 rpm
Diâmetro e curso: 88,9 mm x 96,8 mm
Taxa de compressão: 9.7:1
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível (ESPFI)
Partida: Elétrica
Suspensão: Garfo telescópico com 39 mm de diâmetro e 105 mm de curso (dianteiro); Duplo amortecedores com regulagem de pré-carga e 54 mm de curso (traseiro)
Freios: Disco simples de 292 mm de diâmetro e duplo pistão (dianteiro) e disco simples de 260 mm de diâmetro e único pistão (traseiro)
Rodas e pneus: Liga-leve de cinco raios, 130/90B16 72H na dianteira e 150/80B16 77H, na traseira
Chassi: Duplo berço
Dimensões: 2.220 mm de comprimento, entre-eixos de 1.521 mm e 724 mm de altura do assento ao solo
Tanque: 17 litros
Peso: 251 kg (a seco)
Preço: US$ 10.299 (Preta), US$ 10.500 (Cor) e US$ 10.809 (Dois tons)

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