domingo, 4 de setembro de 2011

Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto

A mais poderosa da Suzuki equilibra desempenho e suavidade, mas exige um piso de qualidade
 
por Eduardo Rocha, via Auto Press
 
Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto
Fama é tudo. Para vender milhões de motos 125 cc mundo afora, é preciso criar e produzir alguns modelos de alta tecnologia e de performance arrebatadora. São eles que arrastam as marcas às alturas. O palco idealizado para uma superesportiva como a Suzuki GSX-R 1000 são as pistas da Moto GP. Até parece que os bólidos produzido para as pistas e os feitos para a rua são próximos. E são mesmo. Só como ideia geral, a versão de competição pesa 150 kg, tem 210 cv e bate os 330 km/h, enquanto a “civil” tem 172 kg, 185 cv e fica próximo dos 300 km/h. A relação peso/potência 30% maior explica a queda de rendimento: 0,71 kg/cv contra 0,93 kg/cv. Mesmo assim, a Suzuki das lojas tem desempenho suficiente para produzir adrenalina em qualquer piloto e deixar mães e esposas em polvorosa.
A GSX-R briga em um segmento em que toda marca de respeito tem um representante. A Honda tem a CBR 1000RR Fireblade, a Yamaha tem a R1 e a Kawasaki tem a Ninja ZX-10-R. Elas disputam em cada detalhe de tecnologia e desempenho o mercado de superesportivas no Brasil ­ que fica na faixa de 400 a 500 unidades mensais. A Honda abocanha aproximadamente 25% do nicho ­ 120, 130 unidades ­, enquanto a R1 e a GSX-R brigam pelo segundo lugar, cerca de 60 unidades cada uma. No preço, elas quase se equivalem. A Ninja tem projeto mais recente e sai da curva do segmento ­ começa em R$ 61 mil e vai a R$ 65 mil com ABS. A R1 fica por R$ 57 mil, a Fireblade começa em R$ 56 mil e vai a R$ 58 mil com ABS. Já a Suzuki atualmente tem dois preços: R$ 55 mil para a versão 2011 e R$ 58.900 para a 2012.


A não ser pelas cores e grafismos, a diferença entre a 2011 e a 2012 é nenhuma. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha com quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Na descrição geral, nada de impressionante. Mas como todas as peças e recursos de uma superesportiva são levados ao extremo, aí começam os detalhes na GSX-R: bicos injetores de combustível com 12 orifícios, válvulas em titânio, pistões e bielas forjadas por esferas jateadas, que aumenta a resistência mecânica, camisa dos cilindros com tratamento eletroquímico para reduzir o atrito.
Outra briga importante numa superesportiva é com a balança. E das rivais diretas, a Suzuki é a que tem menor peso. Em relação à geração anterior, produzida até 2009, ela perdeu 5 kg. São os mesmos 5 kg a menos que a Honda e 12 kg em relação à Yamaha. E isso é tão fundamental nesse segmento que a mais leve é sempre a última a ser projetada. Atualmente este posto está com a Kawasaki, que tem 7 kg a menos e foi lançada na linha 2011. De qualquer forma, a ciclística da GSX-R é ajudada na ótima distribuição de peso, que deixa o centro de gravidade bem baixo, e pelo chassi em liga de alumínio.


Impressões ao pilotar
Devoradora de asfalto
O pacto das japonesas em relação às motocicletas tem sentido. Elas fizeram um acordo de estancar a corrida pela velocidade depois que todas passaram de 300 km/h. O caso é que o desempenho das motocicletas estava indo além da dimensão humana. Pouco pilotos, em geral só os muito jovens para ter qualquer juízo, tinham reflexos para controlar um bólido que pode virar, a qualquer momento, uma espécie de buscapé com banco e piloto.
A trégua é sensata. E não provocou o fim de modelos verdadeiramente esportivos, capazes de ultrapassar os 300 por hora, como a Suzuki GSX-R. Obviamente, para tirar apenas uma parte substancial do desempenho que esta motocicleta tem para dar é preciso sair das áreas públicas. E só mesmo numa pista para arrancar um zero a 100 km/h em 3,4 segundos ou uma máxima em torno dos 292 km/h. E é nesse ambiente que a GSX-R fica à vontade. No uso mais comezinho, em ambiente urbano, ela fica um pouco desajeitada.
Situação que é agravada pela falta de velocidade. Como não há pressão aerodinâmica, o piloto acaba apoiando o peso do corpo no antebraço, o que cansa um bocado. Com a postura correta de pilotagem, com os joelhos pressionando o tanque de combustível, torna as manobras em baixa velocidade mais difíceis. Nada de errado com a moto. Ela foi feita mesmo para as pistas. As ruas de uma cidade são tão adequadas para a Suzzuki GSX-R 1000 quanto uma gaiola apertada.
Ficha Técnica
Suzuki GSX-R 1000
Motor: A gasolina, quatro tempos, 999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto seqüencial e acelerador eletrônico.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: 185 cv a 12 mil rpm.
Aceleração 0-100 Km/h: 3,4 segundos.
Velocidade máxima: 292 km/h.
Torque máximo: 11,9 kgfm a 10 mil rpm
Diâmetro e curso: 74,5 mm X 57,3 mm.
Taxa de compressão: 12,8:1
Suspensão: Dianteira telescópica invertida com ajuste da pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão. Traseiro do tipo balançada articulada, tipo monolink de com amortecedor hidráulico, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 190/50 R17 atrás.
Freios: Duplo disco na frente e disco simples na traseira.
Dimensões: 2,04 metros de comprimento total, 0,72 m de largura, 1,13 m de altura, 1,40 m de distância entre-eixos, 0,13 m de altura do solo e 0,81 m de altura do assento.
Peso: 172 kg.
Tanque do combustível: 17,5 l.
Produção: Hamamatsu, Japão.
Lançamento da primeira geração: 1985.
Lançamento da atual geração: 2010.
Preço: R$ 55 mil (modelo 2011) e R$ 58.900 (modelo 2012).
 

 

 

Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto

A mais poderosa da Suzuki equilibra desempenho e suavidade, mas exige um piso de qualidade
 
por Eduardo Rocha, via Auto Press
 
Teste: Suzuki GSX-R 1000 muda pouco para 2012 mas ainda ruge alto
Fama é tudo. Para vender milhões de motos 125 cc mundo afora, é preciso criar e produzir alguns modelos de alta tecnologia e de performance arrebatadora. São eles que arrastam as marcas às alturas. O palco idealizado para uma superesportiva como a Suzuki GSX-R 1000 são as pistas da Moto GP. Até parece que os bólidos produzido para as pistas e os feitos para a rua são próximos. E são mesmo. Só como ideia geral, a versão de competição pesa 150 kg, tem 210 cv e bate os 330 km/h, enquanto a “civil” tem 172 kg, 185 cv e fica próximo dos 300 km/h. A relação peso/potência 30% maior explica a queda de rendimento: 0,71 kg/cv contra 0,93 kg/cv. Mesmo assim, a Suzuki das lojas tem desempenho suficiente para produzir adrenalina em qualquer piloto e deixar mães e esposas em polvorosa.
A GSX-R briga em um segmento em que toda marca de respeito tem um representante. A Honda tem a CBR 1000RR Fireblade, a Yamaha tem a R1 e a Kawasaki tem a Ninja ZX-10-R. Elas disputam em cada detalhe de tecnologia e desempenho o mercado de superesportivas no Brasil ­ que fica na faixa de 400 a 500 unidades mensais. A Honda abocanha aproximadamente 25% do nicho ­ 120, 130 unidades ­, enquanto a R1 e a GSX-R brigam pelo segundo lugar, cerca de 60 unidades cada uma. No preço, elas quase se equivalem. A Ninja tem projeto mais recente e sai da curva do segmento ­ começa em R$ 61 mil e vai a R$ 65 mil com ABS. A R1 fica por R$ 57 mil, a Fireblade começa em R$ 56 mil e vai a R$ 58 mil com ABS. Já a Suzuki atualmente tem dois preços: R$ 55 mil para a versão 2011 e R$ 58.900 para a 2012.


A não ser pelas cores e grafismos, a diferença entre a 2011 e a 2012 é nenhuma. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha com quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Na descrição geral, nada de impressionante. Mas como todas as peças e recursos de uma superesportiva são levados ao extremo, aí começam os detalhes na GSX-R: bicos injetores de combustível com 12 orifícios, válvulas em titânio, pistões e bielas forjadas por esferas jateadas, que aumenta a resistência mecânica, camisa dos cilindros com tratamento eletroquímico para reduzir o atrito.
Outra briga importante numa superesportiva é com a balança. E das rivais diretas, a Suzuki é a que tem menor peso. Em relação à geração anterior, produzida até 2009, ela perdeu 5 kg. São os mesmos 5 kg a menos que a Honda e 12 kg em relação à Yamaha. E isso é tão fundamental nesse segmento que a mais leve é sempre a última a ser projetada. Atualmente este posto está com a Kawasaki, que tem 7 kg a menos e foi lançada na linha 2011. De qualquer forma, a ciclística da GSX-R é ajudada na ótima distribuição de peso, que deixa o centro de gravidade bem baixo, e pelo chassi em liga de alumínio.


Impressões ao pilotar
Devoradora de asfalto
O pacto das japonesas em relação às motocicletas tem sentido. Elas fizeram um acordo de estancar a corrida pela velocidade depois que todas passaram de 300 km/h. O caso é que o desempenho das motocicletas estava indo além da dimensão humana. Pouco pilotos, em geral só os muito jovens para ter qualquer juízo, tinham reflexos para controlar um bólido que pode virar, a qualquer momento, uma espécie de buscapé com banco e piloto.
A trégua é sensata. E não provocou o fim de modelos verdadeiramente esportivos, capazes de ultrapassar os 300 por hora, como a Suzuki GSX-R. Obviamente, para tirar apenas uma parte substancial do desempenho que esta motocicleta tem para dar é preciso sair das áreas públicas. E só mesmo numa pista para arrancar um zero a 100 km/h em 3,4 segundos ou uma máxima em torno dos 292 km/h. E é nesse ambiente que a GSX-R fica à vontade. No uso mais comezinho, em ambiente urbano, ela fica um pouco desajeitada.
Situação que é agravada pela falta de velocidade. Como não há pressão aerodinâmica, o piloto acaba apoiando o peso do corpo no antebraço, o que cansa um bocado. Com a postura correta de pilotagem, com os joelhos pressionando o tanque de combustível, torna as manobras em baixa velocidade mais difíceis. Nada de errado com a moto. Ela foi feita mesmo para as pistas. As ruas de uma cidade são tão adequadas para a Suzzuki GSX-R 1000 quanto uma gaiola apertada.
Ficha Técnica
Suzuki GSX-R 1000
Motor: A gasolina, quatro tempos, 999 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção eletrônica multiponto seqüencial e acelerador eletrônico.
Câmbio: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.
Potência máxima: 185 cv a 12 mil rpm.
Aceleração 0-100 Km/h: 3,4 segundos.
Velocidade máxima: 292 km/h.
Torque máximo: 11,9 kgfm a 10 mil rpm
Diâmetro e curso: 74,5 mm X 57,3 mm.
Taxa de compressão: 12,8:1
Suspensão: Dianteira telescópica invertida com ajuste da pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão. Traseiro do tipo balançada articulada, tipo monolink de com amortecedor hidráulico, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola, ajustes de forças de retorno e compressão.
Pneus: 120/70 R17 na frente e 190/50 R17 atrás.
Freios: Duplo disco na frente e disco simples na traseira.
Dimensões: 2,04 metros de comprimento total, 0,72 m de largura, 1,13 m de altura, 1,40 m de distância entre-eixos, 0,13 m de altura do solo e 0,81 m de altura do assento.
Peso: 172 kg.
Tanque do combustível: 17,5 l.
Produção: Hamamatsu, Japão.
Lançamento da primeira geração: 1985.
Lançamento da atual geração: 2010.
Preço: R$ 55 mil (modelo 2011) e R$ 58.900 (modelo 2012).
 

 

 

Harley-Davidson XL 1200 Custom pode vir para o Brasil

Aldo Tizzani via MOTO.com.br

Fotos: Riles & Nelson e Divulgação HD
Viagem a convite da Harley-Davidson do Brasil

 

A Harley-Davidson quer ampliar sua oferta de produtos no mercado brasileiro. No Salão Duas Rodas - que acontece de 04 a 09 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (SP) - a centenária marca norte-americana apresentará a Dyna Switchback, a V-Rod 10th Anniversary, além da Night Rod Special. Mas a montadora quer oferecer uma opção mais acessível. Um modelo que se posicione entre a XL 883R (R$ 25.900) e a XR 1200X (R$ 33 mil), ambas da família Sportster. Uma forte candidata à desembarcar no País é a XL 1200 Custom, que tem preço sugerido a partir de US$ 10.299, lá nos Estados Unidos. A equipe da Agência Infomoto viajou para a “Terra do Tio Sam” e conferiu o desempenho da moto, que pode ser uma fiel parceira para dupla jornada. Ou seja, ágil na correria do dia a dia e, nos finais de semana, encara a estrada no melhor estilo “Easy Rider”.

 

Cheia de personalidade, a XL 1200 Custom traz desenho clássico, rodas de liga leve, pneus mais largos, lanterna com LEDs, capa sobre o farol, além de muitos cromados. Já o motor “V2” conta com acabamento em preto, com aletas de refrigeração polidas. Detalhe: este é um dos modelos de propulsor refrigerado a ar produzido em Menomonee Falls, próxima a Milwaukee, no estado de Wisconsin (EUA).

Mas o “grande barato” desta moto é sua vocação para receber inúmeros acessórios ou substituir peças originais por itens personalizados. A lista é extensa. Vai do assento até outras opções de acabamento do motor, passando pelo guidão, pedaleiras, rodas, alarme e novas cores. O pacote de personalização pode sair direto da direto da fábrica.

 

Primeiras impressões
 
O pequeno e pacato município de Park City, vizinho à capital de Utah, Salt Lake City, no meio-oeste americano, foi o palco escolhido pela Harley-Davidson para o lançamento da linha 2012. O grande destaque foi a nova Dyna Switchback, seguida pela edição alusiva aos 10 anos da V-Rod, Night Rod Special, além da linha CVO (Custom Vehicle Operations).

Mas uma “motinho” me chamou a atenção, principalmente por enxergar no modelo uma grande oportunidade da Harley ampliar suas vendas para o mercado brasileiro. E foi com a XL 1200 Custom que iniciei a avaliação da linha 2012 das motos HD.

O primeiro ponto positivo é seu estilo clássico, sem muitas frescuras. Moto com cara de moto. As rodas calçadas com pneus “balão”, fornecidos pela Michelin, e emoldurado pelo pequeno para-lama dianteiro dão um ar mais encorpado ao modelo. Ao montar na representante da família Sportster, nova surpresa: a 1200 Custom oferece bons níveis de ergonomia, apesar do assento “solo”, que, aliás, pode ser substituído. Sua postura de pilotagem, com os braços abertos e esticados, além das pernas semi-flexionadas a fazem também bastante confortável.

 

O motor de dois cilindros em “V”, de 1200 cm³ de capacidade, trabalha de forma linear, sem trancos e reações estúpidas. Um dos responsáveis por este temperamento mais dócil é o câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada. O propulsor, que oferece bom torque em baixas e médias rotações, é ideal para rodar na cidade, como também para desfilar na estrada no final de semana. Em função da injeção eletrônica de combustível (ESPFI), a XL 1200 Custom faz, segundo a Harley-Davidson, pouco mais de 20 km/l. Ou seja, a moto tem uma autonomia de aproximadamente 340 quilômetros.

 

Na parte ciclística, receitas pra lá de tradicionais: garfo telescópico, que foi recalibrado para se ajustar ao peso do trem dianteiro (roda e pneu) e disco simples ventilado. Na traseira, sistema bichoque e disco simples. Na prática, o conjunto de suspensões é mais firme se comparado aos modelos da linha Softail. A XL 1200 C oferece 105 mm de curso na dianteira e 54 mm de curso na traseira, contra, 130 mm na frente e 109 mm na parte de trás da Heritage Classic, por exemplo. Já os freios se apresentavam um pouco “borrachudos” no começo da avaliação. Mas a eficiência da frenagem foi melhorando com ao passar dos quilômetros, acionamentos e também em virtude da acomodação das pastilhas.

Concorrência  
Se a XL 1200 Custom realmente chegar ao Brasil e com preço sugerido entre R$ 28 mil e R$ 30 mil, com certeza terá um bom volume de vendas. Nesta batalha pelo mercado de motos custom, Honda Shadow 750 (R$ 29 mil), Yamaha XVS 950 Midnight Star (R$ 32 mil), Suzuki Boulevard M 800 (R$ 33 mil) e Kawasaki Vulcan 900 (R$ 30 mil) encontrarão no modelo HD um concorrente de peso, com preço competitivo e motor de maior capacidade cúbica. Isso sem falar no status de pilotar uma Harley-Davidson. O que nos resta é aguardar os resultados das pesquisas que estão sendo feitas pela subsidiária brasileira da marca e torcer para que as projeções se confirmem. Os harlistas de plantão agradecem!

 

Ficha Técnica
 
Motor: Evolution, 1200 cm³, dois cilindros em V, a 60º, refrigerado a ar
Transmissão: Câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada
Potência: n/d
Torque: 10,91 kgf.m a 4.000 rpm
Diâmetro e curso: 88,9 mm x 96,8 mm
Taxa de compressão: 9.7:1
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível (ESPFI)
Partida: Elétrica
Suspensão: Garfo telescópico com 39 mm de diâmetro e 105 mm de curso (dianteiro); Duplo amortecedores com regulagem de pré-carga e 54 mm de curso (traseiro)
Freios: Disco simples de 292 mm de diâmetro e duplo pistão (dianteiro) e disco simples de 260 mm de diâmetro e único pistão (traseiro)
Rodas e pneus: Liga-leve de cinco raios, 130/90B16 72H na dianteira e 150/80B16 77H, na traseira
Chassi: Duplo berço
Dimensões: 2.220 mm de comprimento, entre-eixos de 1.521 mm e 724 mm de altura do assento ao solo
Tanque: 17 litros
Peso: 251 kg (a seco)
Preço: US$ 10.299 (Preta), US$ 10.500 (Cor) e US$ 10.809 (Dois tons)

Harley-Davidson XL 1200 Custom pode vir para o Brasil

Aldo Tizzani via MOTO.com.br

Fotos: Riles & Nelson e Divulgação HD
Viagem a convite da Harley-Davidson do Brasil

 

A Harley-Davidson quer ampliar sua oferta de produtos no mercado brasileiro. No Salão Duas Rodas - que acontece de 04 a 09 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (SP) - a centenária marca norte-americana apresentará a Dyna Switchback, a V-Rod 10th Anniversary, além da Night Rod Special. Mas a montadora quer oferecer uma opção mais acessível. Um modelo que se posicione entre a XL 883R (R$ 25.900) e a XR 1200X (R$ 33 mil), ambas da família Sportster. Uma forte candidata à desembarcar no País é a XL 1200 Custom, que tem preço sugerido a partir de US$ 10.299, lá nos Estados Unidos. A equipe da Agência Infomoto viajou para a “Terra do Tio Sam” e conferiu o desempenho da moto, que pode ser uma fiel parceira para dupla jornada. Ou seja, ágil na correria do dia a dia e, nos finais de semana, encara a estrada no melhor estilo “Easy Rider”.

 

Cheia de personalidade, a XL 1200 Custom traz desenho clássico, rodas de liga leve, pneus mais largos, lanterna com LEDs, capa sobre o farol, além de muitos cromados. Já o motor “V2” conta com acabamento em preto, com aletas de refrigeração polidas. Detalhe: este é um dos modelos de propulsor refrigerado a ar produzido em Menomonee Falls, próxima a Milwaukee, no estado de Wisconsin (EUA).

Mas o “grande barato” desta moto é sua vocação para receber inúmeros acessórios ou substituir peças originais por itens personalizados. A lista é extensa. Vai do assento até outras opções de acabamento do motor, passando pelo guidão, pedaleiras, rodas, alarme e novas cores. O pacote de personalização pode sair direto da direto da fábrica.

 

Primeiras impressões
 
O pequeno e pacato município de Park City, vizinho à capital de Utah, Salt Lake City, no meio-oeste americano, foi o palco escolhido pela Harley-Davidson para o lançamento da linha 2012. O grande destaque foi a nova Dyna Switchback, seguida pela edição alusiva aos 10 anos da V-Rod, Night Rod Special, além da linha CVO (Custom Vehicle Operations).

Mas uma “motinho” me chamou a atenção, principalmente por enxergar no modelo uma grande oportunidade da Harley ampliar suas vendas para o mercado brasileiro. E foi com a XL 1200 Custom que iniciei a avaliação da linha 2012 das motos HD.

O primeiro ponto positivo é seu estilo clássico, sem muitas frescuras. Moto com cara de moto. As rodas calçadas com pneus “balão”, fornecidos pela Michelin, e emoldurado pelo pequeno para-lama dianteiro dão um ar mais encorpado ao modelo. Ao montar na representante da família Sportster, nova surpresa: a 1200 Custom oferece bons níveis de ergonomia, apesar do assento “solo”, que, aliás, pode ser substituído. Sua postura de pilotagem, com os braços abertos e esticados, além das pernas semi-flexionadas a fazem também bastante confortável.

 

O motor de dois cilindros em “V”, de 1200 cm³ de capacidade, trabalha de forma linear, sem trancos e reações estúpidas. Um dos responsáveis por este temperamento mais dócil é o câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada. O propulsor, que oferece bom torque em baixas e médias rotações, é ideal para rodar na cidade, como também para desfilar na estrada no final de semana. Em função da injeção eletrônica de combustível (ESPFI), a XL 1200 Custom faz, segundo a Harley-Davidson, pouco mais de 20 km/l. Ou seja, a moto tem uma autonomia de aproximadamente 340 quilômetros.

 

Na parte ciclística, receitas pra lá de tradicionais: garfo telescópico, que foi recalibrado para se ajustar ao peso do trem dianteiro (roda e pneu) e disco simples ventilado. Na traseira, sistema bichoque e disco simples. Na prática, o conjunto de suspensões é mais firme se comparado aos modelos da linha Softail. A XL 1200 C oferece 105 mm de curso na dianteira e 54 mm de curso na traseira, contra, 130 mm na frente e 109 mm na parte de trás da Heritage Classic, por exemplo. Já os freios se apresentavam um pouco “borrachudos” no começo da avaliação. Mas a eficiência da frenagem foi melhorando com ao passar dos quilômetros, acionamentos e também em virtude da acomodação das pastilhas.

Concorrência  
Se a XL 1200 Custom realmente chegar ao Brasil e com preço sugerido entre R$ 28 mil e R$ 30 mil, com certeza terá um bom volume de vendas. Nesta batalha pelo mercado de motos custom, Honda Shadow 750 (R$ 29 mil), Yamaha XVS 950 Midnight Star (R$ 32 mil), Suzuki Boulevard M 800 (R$ 33 mil) e Kawasaki Vulcan 900 (R$ 30 mil) encontrarão no modelo HD um concorrente de peso, com preço competitivo e motor de maior capacidade cúbica. Isso sem falar no status de pilotar uma Harley-Davidson. O que nos resta é aguardar os resultados das pesquisas que estão sendo feitas pela subsidiária brasileira da marca e torcer para que as projeções se confirmem. Os harlistas de plantão agradecem!

 

Ficha Técnica
 
Motor: Evolution, 1200 cm³, dois cilindros em V, a 60º, refrigerado a ar
Transmissão: Câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada
Potência: n/d
Torque: 10,91 kgf.m a 4.000 rpm
Diâmetro e curso: 88,9 mm x 96,8 mm
Taxa de compressão: 9.7:1
Alimentação: Injeção eletrônica de combustível (ESPFI)
Partida: Elétrica
Suspensão: Garfo telescópico com 39 mm de diâmetro e 105 mm de curso (dianteiro); Duplo amortecedores com regulagem de pré-carga e 54 mm de curso (traseiro)
Freios: Disco simples de 292 mm de diâmetro e duplo pistão (dianteiro) e disco simples de 260 mm de diâmetro e único pistão (traseiro)
Rodas e pneus: Liga-leve de cinco raios, 130/90B16 72H na dianteira e 150/80B16 77H, na traseira
Chassi: Duplo berço
Dimensões: 2.220 mm de comprimento, entre-eixos de 1.521 mm e 724 mm de altura do assento ao solo
Tanque: 17 litros
Peso: 251 kg (a seco)
Preço: US$ 10.299 (Preta), US$ 10.500 (Cor) e US$ 10.809 (Dois tons)

Nova CB 600F Hornet 2012 mudou apenas na aparência

Roberto Brandão Filho, via MOTO.com.br


No começo do mês apresentamos a nova Honda CB 600F Hornet 2012 e agora colocamos as duas versões, 2011 e 2012, lado a lado para comparar as diferenças e dar nossa primeira impressão sobre a nova Hornet. Lançada no Brasil em 2004, a naked de média-alta cilindrada é atualmente líder de vendas em sua categoria.

Para agradar mais ainda seus consumidores, o preço público sugerido do novo modelo caiu de R$ 33.260 para R$ 30.800 na versão Standard (avaliada por nós) e de R$ 36.680 para R$ 33.800 na versão equipada com freios C-ABS, com base no Estado de São Paulo para pagamento à vista, e não inclui despesas com frete e seguro. Geralmente esse não é o preço praticado pelas concessionárias e dependendo da lei da oferta e da procura o preço final pode ser mais alto que o anunciado.

 

O que mudou?

O novo design do conjunto óptico frontal ficou mais compacto e teve o farol e o painel, agora totalmente digital, integrados à carenagem, diferente do modelo antigo onde o painel se destacava da carenagem, um ponto de discórdia entre o público. O novo conjunto conta com velocímetro, indicador do nível de combustível, conta-giros, temperatura do líquido de arrefecimento, relógio, leitura do hodômetro total e parcial e ainda carrega novo computador de bordo que marca o consumo instantâneo e médio em km/litro, além do Range, que mostra quantos litros a moto faz a cada 100 km e quando se entra na reserva, quanto você ainda pode rodar, item de grande utilidade que a diferencia das demais da categoria.
Para receber a nova rabeta, o sub-chassi foi alterado, e deixou o design da traseira mais agressivo. O banco também é novo, mais estreito onde se encaixa a perna o que permite maior conforto e ergonomia para o piloto. Para o garupa também uma novidade. A alça de apoio agora é integrada ao design da rabeta. Outra idéia muito boa do pessoal da Honda foi introduzir quatro alças na parte debaixo do banco que permitem colocar amarras com maior facilidade. A traseira ganhou nova lanterna de LED integrada a rabeta, o que deixou o conjunto mais harmonioso e elegante.

 

Mais do mesmo

As especificações técnicas mantiveram-se as mesmas, mas podemos concordar que sua dirigibilidade e desempenho são um dos pontos fortes dessa moto. O que comprova isso são os diversos prêmios que a CB 600F Hornet conquistou durante esses anos: “Moto do Ano 2008”, “Imprensa Automotiva 2008”, “Moto de Ouro” (2009 e 2010) e “Guidão de Ouro” (2009 e 2010).

O Brasil é o país que mais vende Hornet no mundo, mas acredito que também seja onde há mais roubos do modelo. Isso principalmente porque o próprio proprietário da moto, às vezes por falta ou alto preço, acaba comprando peças no mercado negro. Para tentar minimizar isso, a marca da asa quer colocar mais peças de giro no mercado com um preço mais atrativo para que o consumidor sempre procure uma autorizada. Além disso, a Honda prometeu que a seguradora Honda dará melhores condições para o seguro.

 

O preço público sugerido também ficou mais atrativo. A média atual de vendas mensais é de 470 unidades, mas para a nova Hornet a Honda projetou uma média de 580 unidades por mês e com o maior volume de vendas, o preço ficou um pouco mais baixo; R$ 30.800,00 para a versão Standard e R$ 33.800,00 para o modelo com ABS (frete não incluso), nas cores Preta e Verde Metálica.

Fotos: Bruno Siciliano
Nesse teste a reportagem do MOTO.com.br usou jaqueta Alpinestars Ransom Waterproof, calça Alpinestars P1 Sport Touring Drystar e luvas Alpinestars Arctic Drystar

Nova CB 600F Hornet 2012 mudou apenas na aparência

Roberto Brandão Filho, via MOTO.com.br


No começo do mês apresentamos a nova Honda CB 600F Hornet 2012 e agora colocamos as duas versões, 2011 e 2012, lado a lado para comparar as diferenças e dar nossa primeira impressão sobre a nova Hornet. Lançada no Brasil em 2004, a naked de média-alta cilindrada é atualmente líder de vendas em sua categoria.

Para agradar mais ainda seus consumidores, o preço público sugerido do novo modelo caiu de R$ 33.260 para R$ 30.800 na versão Standard (avaliada por nós) e de R$ 36.680 para R$ 33.800 na versão equipada com freios C-ABS, com base no Estado de São Paulo para pagamento à vista, e não inclui despesas com frete e seguro. Geralmente esse não é o preço praticado pelas concessionárias e dependendo da lei da oferta e da procura o preço final pode ser mais alto que o anunciado.

 

O que mudou?

O novo design do conjunto óptico frontal ficou mais compacto e teve o farol e o painel, agora totalmente digital, integrados à carenagem, diferente do modelo antigo onde o painel se destacava da carenagem, um ponto de discórdia entre o público. O novo conjunto conta com velocímetro, indicador do nível de combustível, conta-giros, temperatura do líquido de arrefecimento, relógio, leitura do hodômetro total e parcial e ainda carrega novo computador de bordo que marca o consumo instantâneo e médio em km/litro, além do Range, que mostra quantos litros a moto faz a cada 100 km e quando se entra na reserva, quanto você ainda pode rodar, item de grande utilidade que a diferencia das demais da categoria.
Para receber a nova rabeta, o sub-chassi foi alterado, e deixou o design da traseira mais agressivo. O banco também é novo, mais estreito onde se encaixa a perna o que permite maior conforto e ergonomia para o piloto. Para o garupa também uma novidade. A alça de apoio agora é integrada ao design da rabeta. Outra idéia muito boa do pessoal da Honda foi introduzir quatro alças na parte debaixo do banco que permitem colocar amarras com maior facilidade. A traseira ganhou nova lanterna de LED integrada a rabeta, o que deixou o conjunto mais harmonioso e elegante.

 

Mais do mesmo

As especificações técnicas mantiveram-se as mesmas, mas podemos concordar que sua dirigibilidade e desempenho são um dos pontos fortes dessa moto. O que comprova isso são os diversos prêmios que a CB 600F Hornet conquistou durante esses anos: “Moto do Ano 2008”, “Imprensa Automotiva 2008”, “Moto de Ouro” (2009 e 2010) e “Guidão de Ouro” (2009 e 2010).

O Brasil é o país que mais vende Hornet no mundo, mas acredito que também seja onde há mais roubos do modelo. Isso principalmente porque o próprio proprietário da moto, às vezes por falta ou alto preço, acaba comprando peças no mercado negro. Para tentar minimizar isso, a marca da asa quer colocar mais peças de giro no mercado com um preço mais atrativo para que o consumidor sempre procure uma autorizada. Além disso, a Honda prometeu que a seguradora Honda dará melhores condições para o seguro.

 

O preço público sugerido também ficou mais atrativo. A média atual de vendas mensais é de 470 unidades, mas para a nova Hornet a Honda projetou uma média de 580 unidades por mês e com o maior volume de vendas, o preço ficou um pouco mais baixo; R$ 30.800,00 para a versão Standard e R$ 33.800,00 para o modelo com ABS (frete não incluso), nas cores Preta e Verde Metálica.

Fotos: Bruno Siciliano
Nesse teste a reportagem do MOTO.com.br usou jaqueta Alpinestars Ransom Waterproof, calça Alpinestars P1 Sport Touring Drystar e luvas Alpinestars Arctic Drystar

Site da MV Agusta no Brasil já está no ar


Entra no ar nesta o site da MV Agusta no Brasil. No endereço www.mvagustamotos.com.br estão disponíveis informações institucionais da marca italiana ícone do segmento de duas rodas internacional, assim como dados gerais sobre os modelos que serão produzidos pela DAFRA Motos, fotos, vídeos e notícias. Em breve o internauta poderá buscar a concessionária mais próxima.

“Nosso objetivo é não somente oferecer conteúdo relevante, mas ser um canal de comunicação oficial com os apaixonados pela MV Agusta”, diz Carolina Menescal, gerente de marketing da Dafra. “Hoje o internauta já tem à disposição informações básicas sobre os produtos e, a partir do lançamento, incluiremos novos conteúdos e dados mais detalhados de cada motocicleta”.

A apresentação oficial dos modelos Brutale e F4, que começam a ser produzidos pela DAFRA na fábrica de Manaus (AM) no próximo mês, já está agendada para o Salão Duas Rodas, que ocorre em São Paulo (SP) entre os dias 4 e 9 de outubro.

A parceria entre a Dafra e a MV Agusta foi firmada no último mês de junho e prevê a fabricação e comercialização dos modelos Brutale e F4.

As motocicletas são voltadas ao mercado de produtos premium e representam o que há de melhor no segmento esportivo de duas rodas, unindo design, tecnologia, estilo, além de serem equipadas com motor de quatro cilindros em linha e válvulas radiais. Características que, somadas, compõem um deleite para os apaixonados por motociclismo.

Site da MV Agusta no Brasil já está no ar


Entra no ar nesta o site da MV Agusta no Brasil. No endereço www.mvagustamotos.com.br estão disponíveis informações institucionais da marca italiana ícone do segmento de duas rodas internacional, assim como dados gerais sobre os modelos que serão produzidos pela DAFRA Motos, fotos, vídeos e notícias. Em breve o internauta poderá buscar a concessionária mais próxima.

“Nosso objetivo é não somente oferecer conteúdo relevante, mas ser um canal de comunicação oficial com os apaixonados pela MV Agusta”, diz Carolina Menescal, gerente de marketing da Dafra. “Hoje o internauta já tem à disposição informações básicas sobre os produtos e, a partir do lançamento, incluiremos novos conteúdos e dados mais detalhados de cada motocicleta”.

A apresentação oficial dos modelos Brutale e F4, que começam a ser produzidos pela DAFRA na fábrica de Manaus (AM) no próximo mês, já está agendada para o Salão Duas Rodas, que ocorre em São Paulo (SP) entre os dias 4 e 9 de outubro.

A parceria entre a Dafra e a MV Agusta foi firmada no último mês de junho e prevê a fabricação e comercialização dos modelos Brutale e F4.

As motocicletas são voltadas ao mercado de produtos premium e representam o que há de melhor no segmento esportivo de duas rodas, unindo design, tecnologia, estilo, além de serem equipadas com motor de quatro cilindros em linha e válvulas radiais. Características que, somadas, compõem um deleite para os apaixonados por motociclismo.

Nuda 900R inaugura nova fase da Husqvarna

André Jordão, via moto.com.br


A estratégia de marketing da BMW, detentora da Husqvarna, permitiu aos motociclistas de todo o mundo conhecer a Nuda 900R antes mesmo do Salão de Milão deste ano — a 69ª edição do EICMA acontece de 8 a 13 de novembro. Primeiro projeto “assinado” pela marca alemã para a Husqvarna, de origem sueca, a Nuda carrega componentes que farão o piloto lembrar sempre da BMW. Isso porque o propulsor que equipa a Nuda é oriundo da linha F 800 da marca bávara. O motor dois cilindros paralelos foram retrabalhados, redimensionados (900 cm³) e a potência máxima deve ultrapassar os 100 cavalos.

Deve, pois os dados técnicos da nova motocicleta de rua da Husky não foram divulgados. Entretanto, já sabemos que a Nuda terá duas versões: a Nuda 900 e a Nuda 900R. Sendo a versão R a mais requintada, com garfo dianteiro Sachs, amortecedor Öhlins e freios da grife Brembo, além de itens em fibra de carbono. Já a Nuda 900 trará equipamentos não tão “nobres” e um design menos radical.


Apresentação atípica
Aguardada como novidade no EICMA 2011, a Nuda 900R surpreendeu. A aparição se deu no Innovation Day BMW, realizado em julho, junto com novas tecnologias e um scooter elétrico na marca alemã. Claro que a grande estrela foi a Nuda.

Todavia, parece que a BMW quis marcar território, já que as informações técnicas não acompanharam o lançamento. Sabemos que a Nuda terá um propulsor que ultrapassará os 100 cv, mas não seu torque.

É certo que a ciclística da Nuda 900R, montada sobre um quadro de treliça, terá garfos dianteiros Sachs com tubos de 48 mm, mas não foi divulgado seu curso. Os amortecedores serão Öhlins e totalmente ajustáveis. O conjunto de freios também segue a “moda” e a grife Brembo equipará a Nuda 900R com pinças de fixação radial, mas não sabemos o diâmetro do disco. Mas deve beirar os 300 mm.

Toda essa tecnologia terá a missão de entregar ao piloto uma moto confiável, característica primordial da BMW Motorrad. Sendo assim, os 175 quilos a seco da Nuda devem ser bem equilibrados, deixando a cargo do motociclista a escolha pela tocada que achar mais divertida.

 

Da terra para o asfalto

Famosa pelo seu desempenho no fora de estrada, a Husqvarna “está escrevendo um capítulo novo e importante em sua história”. Isso porque o Grupo BMW deu novas diretrizes às motocicletas suecas e a Nuda 900R é uma prova disso. Inclusive a marca faz questão de lembrar que antes de se tornar um sucesso nas pistas de motocross, a Husqvarna produziu motos de rua. Mas não como agora.
Aliando a alma Husky com a tecnologia BMW, a Nuda tem tudo para incomodar suas concorrentes, que, principalmente, acreditamos ser a KTM. O intuito do Grupo BMW é utilizar a Husqvarna para atrair jovens motociclistas e, por isso, a Nuda reúne qualidades para ser muito divertida.
Sem saber seu preço sugerido e qual a gama de cores a Husqvarna disponibilizará para a Nuda, aguardamos a BMW despir as curiosidades e, com o perdão do trocadilho, deixar todo projeto da Nuda sem roupa, ou sem nenhuma dúvida técnica.

 

Nuda 900R inaugura nova fase da Husqvarna

André Jordão, via moto.com.br


A estratégia de marketing da BMW, detentora da Husqvarna, permitiu aos motociclistas de todo o mundo conhecer a Nuda 900R antes mesmo do Salão de Milão deste ano — a 69ª edição do EICMA acontece de 8 a 13 de novembro. Primeiro projeto “assinado” pela marca alemã para a Husqvarna, de origem sueca, a Nuda carrega componentes que farão o piloto lembrar sempre da BMW. Isso porque o propulsor que equipa a Nuda é oriundo da linha F 800 da marca bávara. O motor dois cilindros paralelos foram retrabalhados, redimensionados (900 cm³) e a potência máxima deve ultrapassar os 100 cavalos.

Deve, pois os dados técnicos da nova motocicleta de rua da Husky não foram divulgados. Entretanto, já sabemos que a Nuda terá duas versões: a Nuda 900 e a Nuda 900R. Sendo a versão R a mais requintada, com garfo dianteiro Sachs, amortecedor Öhlins e freios da grife Brembo, além de itens em fibra de carbono. Já a Nuda 900 trará equipamentos não tão “nobres” e um design menos radical.


Apresentação atípica
Aguardada como novidade no EICMA 2011, a Nuda 900R surpreendeu. A aparição se deu no Innovation Day BMW, realizado em julho, junto com novas tecnologias e um scooter elétrico na marca alemã. Claro que a grande estrela foi a Nuda.

Todavia, parece que a BMW quis marcar território, já que as informações técnicas não acompanharam o lançamento. Sabemos que a Nuda terá um propulsor que ultrapassará os 100 cv, mas não seu torque.

É certo que a ciclística da Nuda 900R, montada sobre um quadro de treliça, terá garfos dianteiros Sachs com tubos de 48 mm, mas não foi divulgado seu curso. Os amortecedores serão Öhlins e totalmente ajustáveis. O conjunto de freios também segue a “moda” e a grife Brembo equipará a Nuda 900R com pinças de fixação radial, mas não sabemos o diâmetro do disco. Mas deve beirar os 300 mm.

Toda essa tecnologia terá a missão de entregar ao piloto uma moto confiável, característica primordial da BMW Motorrad. Sendo assim, os 175 quilos a seco da Nuda devem ser bem equilibrados, deixando a cargo do motociclista a escolha pela tocada que achar mais divertida.

 

Da terra para o asfalto

Famosa pelo seu desempenho no fora de estrada, a Husqvarna “está escrevendo um capítulo novo e importante em sua história”. Isso porque o Grupo BMW deu novas diretrizes às motocicletas suecas e a Nuda 900R é uma prova disso. Inclusive a marca faz questão de lembrar que antes de se tornar um sucesso nas pistas de motocross, a Husqvarna produziu motos de rua. Mas não como agora.
Aliando a alma Husky com a tecnologia BMW, a Nuda tem tudo para incomodar suas concorrentes, que, principalmente, acreditamos ser a KTM. O intuito do Grupo BMW é utilizar a Husqvarna para atrair jovens motociclistas e, por isso, a Nuda reúne qualidades para ser muito divertida.
Sem saber seu preço sugerido e qual a gama de cores a Husqvarna disponibilizará para a Nuda, aguardamos a BMW despir as curiosidades e, com o perdão do trocadilho, deixar todo projeto da Nuda sem roupa, ou sem nenhuma dúvida técnica.

 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mercedes-Benz revela o novo Classe B

Modelo terá dois novos motores e duas novas transmissões.

Monovolume será apresentado oficialmente no Salão de Frankfurt.

Do G1, em São Paulo

A Mercedes-Benz apresentou nesta quinta-feira (25) o novo Classe B, uma das atrações da montadora alemã no Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha), que acontece entre os dias 13 e 25 de setembro. Além de um visual totalmente redesenhado, o modelo traz dois novos motores e duas novas transmissões.

mercedes-benz classe b (Foto: Divulgação) Novo Classe B dois novos motores, um a gasolina e outro a diesel (Foto: Divulgação)

O inédito bloco a gasolina 1.6 de quatro cilindros (turbo) e injeção direta de combustível gerá 122 cavalos na versão B 180 e 156 cv na configuração B 200. O torque é de 20,3 mkgf e 25,4 mkgf, respectivamente, ambos disponíveis a 1.250 rpm, de acordo com a montadora. Já o novo propulsor a diesel 1.8 entrega 109 cv e torque de 25,4 mkgf na opção B 180 CDI, e 136 cv e 30,5 mkgf de força na versão B 200 CDI.

Entre as opções de câmbio, o monovolume da Mercedes tem a automatizada de dupla embreagem e sete velocidades (7G-DCT) e a manual de seis marchas.

O novo Classe B tem 4,35 m de comprimento, 1,78 m de largura e 1,55 m de altura. O volume do porta-malas cresceu de 488 l para 666 l.

mercedes-benz classe b (Foto: Divulgação) Classe B ficou maior e tem duas novas transmissões (Foto: Divulgação)

Revelado no fim de julho, o interior traz maior requinte. O painel de instrumentos tem leitura fácil, o volante multifuncional tem três raios e os materiais agregam luxo – os bancos, por exemplo, apresentam revestimento em couro. Destaque para os detalhes cromados, as saídas de ar inspiradas no superesportivo SLS AMG e a ampla tela do sistema de entretenimento, com serviço de navegação.

Mercedes-Benz Classe B  (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz Classe B tem bancos revestidos em couro e detalhes cromados (Foto: Divulgação)

Em termos de tecnologia, o monovolume será equipado com sistema start/stop, faróis adaptativos, controlador de velocidade, detector de ponto cego nos espelhos retrovisores e sistema de freio adaptativo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mercedes-Benz traz Classe C 180 Turbo Coupé por R$ 126,5 mil

Modelo é equipado com motor de quatro cilindros 1.8 turbo de 156 cv.

Cupê acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 s e atinge os 233 km/h.

Do G1, São Paulo

A Mercedes-Benz iniciou neste mês as vendas do novo Classe C 180 Turbo Coupé por R$ 126,5 mil. O modelo é equipado com motor de quatro cilindros 1.8 turbo (com injeção direta de gasolina) que desenvolve 156 cavalos de potência a 5.000 rpm e torque máximo de 25,4 mkgf disponível entre 1.600 rpm e 4.200 rpm. A transmissão é automática de sete velocidades (7G-Tronic Plus).

mercedes-benz class c 180 turbo coupé (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz Class C 180 Turbo Coupé custa R$ 126,5 mil (Foto: Divulgação)


Em termos de desempenho, o primeiro cupê da ‘família C’ acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 233 km/h, limitada eletronicamente.

O Classe C 180 Turbo Coupé destaca-se pela ampla grade do radiador, que traz dois filetes cromados e a ‘estrela de três pontas’ (símbolo da montadora alemã) na região central. Na lateral, destaque para a linha de cintura elevada, o vinco marcante e as caixas de roda proeminente. A traseira é sóbria e com traços pouco arrojados.

mercedes-benz class c 180 turbo coupé (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz Class C 180 Turbo Coupé traz rpdas de 17 polegads e teto solar(Foto: Divulgação)

O modelo também traz teto solar elétrico e rodas de liga leve de 17 polegadas, ‘calçadas’ com pneus 225/45 R117. Entre os itens de segurança, destaque para o Attention Assist, sistema que analisa periodicamente o comportamento de condução do motorista e avisa, por meio de sinal visual e sonoro, quando ele apresenta sinais de sonolência.

Internamente, o cupê não foge das características de um típico Mercedes-Benz. Os bancos têm design mais esportivo e são revestidos, assim como o painel das portas, com couro ártico. Alguns detalhes são em piano laqueado porcelanado. O sistema de entretenimento tem tela colorida de 11,4 cm e o volante é multifuncional (12 botões)."O

mercedes-benz class c 180 turbo coupé (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz Class C 180 Turbo Coupé é equipado com motor 1.8 turbo de 156 cv (Foto: Divulgação)

C 180 Turbo Coupé é mais um automóvel da Classe C que chega ao Brasil e completa a linha de veículos mais vendida pela Mercedes-Benz no País", afirma Dimitris Psillakis, Diretor de Vendas e Pós-Vendas da Mercedes-Benz do Brasil. "A nova Classe C teve uma ótima recepção no mercado de sedans Premium e acreditamos que a coupé repetirá o seu sucesso".

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Rolls-Royce faz versão especial do Drophead Coupé Phantom

Modelo foi especialmente projetado para a Masterprice de Londres 2011

Motor Dream



Rolls-Royce faz versão especial do Drophead Coupé Phantom

As surpresas do novo Drophead Coupé Phantom começam pela cor: azul mazarine. Mas as novidades não param por aí. O conversível, que de acordo a montadora é perfeito para um final de semana, possui inscrição na soleira da porta, mala personalisada no bagageiro, interior em couro com a marca "RR" impressa nos assentos, um relógio de madrepérola no painel de madeira e um exclusivo porta-jóias Asprey no porta-luvas.



"Este é um modelo que mostra as potencialidades da marca, onde o único limite encontrado é a imaginação do cliente”, afirmou Torsten Müller-Ötvos, CEO da Rolls-Royce. O Drophead Coupé Phantom será todo feito a mão e fabricado sob encomenda. Sua apresentação acontecerá, de 30 de junho a 5 de julho, na exposição Masterprice de Londres.

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